
Brasil Sub-16 é tricampeão do Torneio de Montaigu 2026 ao Vencer Portugal
Em uma final marcada por intensidade, disciplina tática e eficiência defensiva, a Seleção Brasileira Masculina Sub-16 conquistou o título do 53º Torneio Internacional de Montaigu, na França, ao vencer Portugal por 1 a 0 nesta segunda-feira, 6 de abril de 2026. O gol decisivo foi marcado por Rodrigo, do Vasco da Gama, de pênalti aos 31 minutos do primeiro tempo, no Estádio Maxime Bossis, em Montaigu. Com o triunfo, o Brasil sagrou-se tricampeão da competição — uma das mais tradicionais de categorias de base no mundo —, repetindo os êxitos de 1984 e 2022.
A conquista reforça o protagonismo brasileiro na formação de talentos e o trabalho do técnico Guilherme Dalla Déa, que comandou uma equipe comprometida, madura e capaz de superar adversários de diferentes escolas futebolísticas. Diante de uma Portugal combativa, que chegou invicta e sem sofrer gols até a final, o Brasil soube controlar o jogo, explorar o momento certo e segurar o resultado com garra coletiva.
O caminho até a final: Equilíbrio, evolução e vitórias convincentes: O Torneio de Montaigu, disputado desde 1976, reúne seleções Sub-16 de diversos continentes e serve como importante vitrine para observadores internacionais e formação de futuras estrelas. Em 2026, o Brasil integrou o Grupo A ao lado de Costa do Marfim, China e França. A estreia, em 31 de março, terminou com um empate por 1 a 1 contra a Costa do Marfim. O gol brasileiro foi marcado por Leo, demonstrando desde o início a capacidade de reação do time. Apesar do resultado igualitário, a partida serviu para ajustes táticos e observação do estilo africano, conhecido pela força física e velocidade.
Na segunda rodada, em 2 de abril, o Brasil venceu a China por 1 a 0, com gol de Arthur Diniz. Foi uma vitória sofrida, caracterizada por boa organização defensiva e paciência na construção ofensiva contra uma equipe asiática bem postada. O resultado credenciou a Canarinho à liderança provisória do grupo. O ápice da fase de grupos veio em 4 de abril, com uma goleada por 3 a 0 sobre a França, dona da casa. O triunfo convincente, com gols bem distribuídos, mostrou a superioridade brasileira em transições rápidas e aproveitamento de bolas paradas. Com sete pontos (uma vitória, um empate e uma vitória, saldo de gols positivo), o Brasil garantiu a primeira colocação do Grupo A e o direito de disputar a final contra Portugal, vencedor do Grupo B (composto por Japão, México e Peru). A campanha invicta — três vitórias e um empate, com cinco gols marcados e apenas um sofrido — destacou a solidez coletiva. O técnico Dalla Déa alternou formações, priorizando um 4-3-3 ou 4-2-3-1 flexível, com ênfase em marcação alta no primeiro tempo e compactação no segundo.
A final: Controle brasileiro, pênalti decisivo e defesa heroica: Portugal chegou à decisão com moral elevado, invicta e sem sofrer gols em toda a competição. A equipe lusitana, treinada com foco em posse de bola e saída de jogo trabalhada, propôs um duelo equilibrado desde os primeiros minutos. O Brasil iniciou com uma escalação competitiva, contando com destaques como o zagueiro Lucas Miranda (São Paulo), capitão e pilar da defesa; o volante Jean Carlos; Crystian Gabriel; e no ataque, Rodrigo Jr. (Vasco), que já havia mostrado faro de gol em jogos anteriores da base. Outros nomes de clubes brasileiros, incluindo trio do Bahia e um atleta do Vitória, integraram o elenco, reforçando a diversidade de origens.
O primeiro tempo foi de estudo mútuo. Portugal dominou a posse inicial, mas o Brasil foi mais direto nas transições. Aos 31 minutos, o lance decisivo: jogada pela direita, invasão na área e pênalti claro marcado pela arbitragem. Rodrigo, com frieza impressionante, deslocou o goleiro português e abriu o placar. Foi seu primeiro gol no torneio, mas o mais importante de sua jovem carreira até aqui. “A sensação de fazer o gol do título é incrível. Foi um jogo muito difícil, com muito duelo”, declarou o atacante após a partida.
No segundo tempo, Portugal pressionou em busca do empate, criando algumas chances em cruzamentos e chutes de média distância. No entanto, a defesa brasileira, liderada por Miranda e bem protegida pelos volantes, mostrou maturidade excepcional. O goleiro brasileiro realizou defesas importantes, e o time soube administrar o resultado com trocas oportunas, mantendo a compactação e explorando contra-ataques. O apito final confirmou o 1 a 0 e o tricampeonato. Estatísticas da final refletem o equilíbrio com leve superioridade verde-amarela: Brasil com maior número de finalizações perigosas e melhor aproveitamento de bolas paradas; Portugal com posse ligeiramente superior, mas baixa efetividade. Cartões amarelos foram distribuídos, mas sem expulsões, em um jogo limpo e de alto nível técnico.
Destaques individuais e trabalho coletivo: Lucas Miranda, do São Paulo, foi um dos grandes nomes da campanha. Como capitão, organizou a zaga com liderança e precisão nos desarmes, sendo fundamental na manutenção do gol zero na maior parte dos jogos. Jean Carlos e Crystian Gabriel comandaram o meio-campo, oferecendo equilíbrio entre defesa e criação. No ataque, Rodrigo brilhou na hora certa, enquanto nomes como Arthur Diniz, Leo e outros contribuíram com gols importantes ao longo da competição. O técnico Guilherme Dalla Déa merece destaque pela gestão do grupo. Após conquistas recentes como a Copa 2 de Julho e a Conmebol Liga Evolução, ele priorizou a exposição a diferentes estilos: africano (força), asiático (organização) e europeu (posse). “O Torneio de Montaigu é fantástico, com várias escolas diferentes. Muito bom para a formação e preparação desses jovens com foco no futuro da Seleção Brasileira”, afirmou o comandante.
Importância histórica e projeções para o futuro: Com o título de 2026, o Brasil se consolida como a nação sul-americana com mais conquistas em Montaigu, superando a Argentina (dois títulos). A competição tem revelado talentos que brilharam na Seleção principal, como integrantes da geração campeã em 2022 (Endrick, Luís Guilherme, Pedrinho). A edição 2026 segue essa tradição, formando atletas prontos para os desafios da base e, futuramente, da Seleção Principal. A vitória sobre Portugal tem sabor especial: representa o triunfo da escola brasileira de formação — criativa, resiliente e coletiva — contra uma tradição europeia sólida. Portugal, vice-campeã, sai com moral pela campanha, mas sentiu o peso da primeira derrota e do primeiro gol sofrido. Para os jogadores, a experiência internacional é inesquecível. “Estava todo mundo muito comprometido. É um torneio muito legal. A gente aprende com escolas, culturas diferentes”, resumiu Miranda.
Conclusão: Base sólida para o futuro do futebol brasileiro: A conquista do Torneio de Montaigu 2026 não é apenas mais um troféu na galeria da CBF. É a demonstração de que o investimento nas categorias de base, combinado com planejamento tático inteligente e dedicação dos atletas, continua produzindo frutos. Em um calendário cada vez mais exigente, com competições sul-americanas e intercontinentais, o Brasil mantém sua tradição de revelar craques. Guilherme Dalla Déa e sua comissão técnica voltam ao Brasil com a missão cumprida e valiosas observações para os próximos ciclos. Os jovens campeões, por sua vez, carregam na bagagem não só uma medalha, mas lições de superação, trabalho em equipe e amor à amarelinha que certamente os acompanharão em suas carreiras. Enquanto a torcida brasileira celebra mais um título de base, o futebol mundial observa: a fábrica de talentos do Brasil segue funcionando a pleno vapor. O hexa da principal pode estar distante, mas o futuro da Canarinho brilha forte com essa geração Sub-16.
| Rodrigo Júnior 31' |
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1 : 0 |
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| • Data: 6 de abril de 2026 |
Horário de Brasília: ? |
Local: ? |
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| • Competição: Torneio de Montaigu |
Fase: Final |
Grupo: # |
Rodada: # |
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| • Estádio: Sem Registro |
Capacidade: None |
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| • Cidade: França |
Público: None |
Renda: Não Divulgada |
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| • Árbitro: Sem Registro |
VAR: Sem Registro |
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| • Assistente 1: Sem Registro |
Assistente 2: Sem Registro |
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| DT: Guilherme Dalla Déa 4-3-3 |
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| 20 |
|Victor Bastianele |
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40' |
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| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 1 x 0 |
0 x 0 |
1 x 0 |
- |
- |
- |
- |
- |
| Cartões |
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Tempo |
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Cartões |
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75' |
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Victor Bastianele |
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| 30'/1º |
Rodrigo Jr. (Pen) |
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1 : 0 |
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• Observação: Com esse resultado o Brasil sagrou-se tricampeão do torneio;
• Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
• Portugal: Camisa Grená, Calção Verde e Meias Grená (Nike);

Seleção Brasileira Perde para a França, nos Estados Unidos
No Camping World Stadium, em Orlando, nos Estados Unidos, a Seleção Brasileira encerrou a Data FIFA de março com uma vitória convincente por 3 a 1 sobre a Croácia, nesta terça-feira, 31 de março de 2026. Diante de uma torcida majoritariamente brasileira que lotou o estádio, o time comandado por Carlo Ancelotti superou um susto no segundo tempo, reagiu com eficiência e garantiu o resultado que alivia a pressão após a derrota para a França no jogo anterior. O confronto serviu como o último grande teste antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026, marcada para maio.
Os gols brasileiros foram marcados por Danilo (aos 46' do primeiro tempo), Igor Thiago (de pênalti, aos 42' do segundo tempo) e Gabriel Martinelli (aos 47' do segundo tempo). Lovro Majer descontou para a Croácia aos 38' da etapa final. A vitória, além de encerrar uma sequência incômoda sem triunfos, destacou nomes que brigam por vagas na lista definitiva e reforçou a identidade de um time capaz de decidir jogos em alta intensidade.
Último ensaio antes da lista final: Após a derrota por 2 a 1 para a França, Ancelotti promoveu seis mudanças na equipe titular. O técnico italiano buscava testar alternativas, observar desempenhos em contexto de alta competitividade e dar minutos importantes a atletas em dúvida. A Croácia, treinada por Zlatko Dalić, entrou com um time experiente, recheado de jogadores da geração vice-campeã mundial de 2018, mas já em processo de transição.
Escalação do Brasil: Bento; Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vinicius Júnior. Formação básica em 4-2-3-1, com ênfase em transições rápidas e exploração das laterais. No banco, destaques para Endrick, Igor Thiago, Gabriel Martinelli, Fabinho e Bremer. Escalação da Croácia: Livaković; Vuskovic, Caleta-Car, Sutalo e Stanisic; Petar Sucic, Modric e Baturina; Kramaric, Budimir e Perisic. Os croatas apostavam na experiência de Modric, Perisic e Kramaric para controlar o meio-campo e explorar contra-ataques. O jogo marcou o reencontro entre duas seleções que se enfrentaram na Copa de 2022, quando a Croácia eliminou o Brasil nas quartas de final nos pênaltis. Desta vez, em solo americano, o clima era de preparação e não de revanche, mas o peso simbólico estava presente.
Primeiro tempo: Domínio brasileiro e gol no apagar das luzesO Brasil começou pressionando alto, buscando explorar a velocidade de Vinicius Júnior e Luiz Henrique pelos flancos. A Croácia, bem postada, tentava sair jogando com Modric como maestro, mas sofria com a marcação agressiva de Casemiro e Danilo. A primeira grande chance veio aos 19 minutos: erro de Modric, Vini Jr. recuperou e serviu Danilo, que finalizou de dentro da área, mas parou em grande defesa de Livaković. Matheus Cunha e João Pedro também testaram o goleiro croata, que foi o destaque adversário na etapa inicial. O gol saiu nos acréscimos do primeiro tempo (46'). Em um contra-ataque vertiginoso, Matheus Cunha lançou Vini Jr., que disparou pela esquerda, driblou a marcação e cruzou rasteiro para Danilo. O volante, bem posicionado, finalizou de primeira, sem chances para o goleiro: 1 a 0. O gol premiou a superioridade brasileira em volume e intensidade. Até o intervalo, o Brasil teve mais posse (cerca de 58%) e finalizações (9 contra 3), controlando o ritmo sem sofrer grandes sustos.
Segundo tempo: Empate croata, reação e placar elástico: Ancelotti realizou alterações progressivas, dando minutos a Endrick, Igor Thiago e Martinelli. A Croácia cresceu na etapa final, explorando espaços deixados pela saída de bola brasileira. Aos 38 minutos, falha de Bento ao sair do gol permitiu que Majer, de fora da área, chutasse colocado e empatasse: 1 a 1. O lance expôs vulnerabilidades defensivas que Ancelotti certamente analisará. O susto durou pouco. Logo na sequência, Endrick, recém-entrado, sofreu pênalti claro após linda jogada individual. Igor Thiago cobrou com categoria, no canto esquerdo, recolocando o Brasil na frente: 2 a 1, aos 42'. O atacante do Brighton comemorou seu primeiro gol pela Seleção com emoção. Nos acréscimos (47'), o contra-ataque decisivo: Endrick novamente brilhou, servindo Martinelli em velocidade. O atacante do Arsenal definiu com frieza, chutando no contrapé de Livaković: 3 a 1. Festa brasileira nas arquibancadas e alívio no banco.
Destaques individuais: Danilo brilha, Endrick decide: Danilo foi o grande nome da partida. Além do gol, comandou o meio-campo com garra, visão de jogo e chegada ao ataque, credenciando-se fortemente para a Copa. Vinicius Júnior, mesmo sem marcar, foi o motor da equipe com dribles e assistências. Luiz Henrique infernizou a defesa croata pela direita, forçando cartões. No ataque, Endrick mudou o jogo em poucos minutos: sofreu o pênalti e deu a assistência para o terceiro gol, mostrando maturidade e faro de decisão. Igor Thiago e Martinelli aproveitaram as oportunidades. Na defesa, Marquinhos e Léo Pereira foram sólidos, enquanto Bento teve boa atuação geral, exceto no lance do gol croata. Pelo lado croata, Modric seguiu elegante, mas com pouca influência. Majer foi o mais perigoso no ataque. A experiência croata não foi suficiente para conter o ímpeto brasileiro no final.
Declarações pós-jogo: Ancelotti satisfeito, Dalić reconhece superioridade: Em entrevista coletiva, Carlo Ancelotti elogiou a reação: “Foi um bom teste. Sofremos um gol bobo, mas mostramos caráter ao voltar e decidir o jogo. Danilo, Endrick e Vini Jr. mostraram que estamos prontos. A convocação será difícil, pois temos muitas opções de qualidade.” O técnico destacou o crescimento coletivo desde a derrota para a França. Zlatko Dalić admitiu a derrota: “O Brasil foi superior, especialmente no segundo tempo. Tivemos chances, mas eles foram mais eficientes nas finalizações. Parabéns à Seleção Brasileira, que tem grande potencial para 2026.”
Lições para a Copa: Profundidade de elenco e mentalidade vencedora: A vitória reforça que o Brasil tem “cartas na manga”. Jogadores como Danilo, Endrick, Igor Thiago e Luiz Henrique mostraram que podem ser decisivos. A equipe demonstrou resiliência ao reverter o empate e explorar contra-ataques com velocidade — característica marcante do time de Ancelotti. Problemas pontuais, como a saída de bola e concentração em lances isolados, ainda precisam de ajuste. No entanto, o saldo positivo da Data FIFA (derrota digna para a França e vitória convincente contra a Croácia) deixa o ambiente otimista na CBF. A torcida, presente em peso em Orlando, vibrou do início ao fim e cantou forte nos minutos finais. O grito de “ hexa” ecoou pelo estádio, lembrando que o sonho de 2026 está vivo e pulsante. Com a lista final se aproximando, Ancelotti tem agora mais clareza. Nomes como Neymar (ainda em recuperação), mas também jovens promessas e veteranos experientes, formarão um grupo equilibrado. O Brasil encerra esta janela de amistosos com moral elevada, pronto para os últimos preparativos rumo ao Mundial. A noite de Orlando não foi apenas uma vitória. Foi a demonstração de que a Seleção Brasileira, mesmo em construção, tem garra, talento e fome de vitória suficientes para sonhar alto. O hexa está mais perto.
Danilo, 45'+1' Igor Thiago, 87' Gabriel Martinelli, 90'+1' |
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3 : 1 |
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Lovro Majer, 83' |
| • Data: 31 de Março de 2026 |
Horário de Brasília: 20:00 hs |
Local: 21:00 hs |
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| • Competição: Amistoso |
Fase: Amistoso |
Grupo: # |
Rodada: # |
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| • Estádio: Camping World Stadium |
Capacidade: 60.219 |
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| • Cidade: Orlando, Florida |
Público: 46,398 |
Renda: Não Divulgada |
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| • Árbitro: Armando Villarreal (EUA) |
VAR: Michael Radchuk (EUA) |
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| • Assistente 1: Ryan Graves (EUA) |
Assistente 2: Kali Smith (EUA) |
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| 01 |
|Dominik Livaković |
[GNK Dinamo Zagreb] |
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| 24 |
|Róger Ibañez |
[Al-Ahli Saudi FC] |
60' |
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| 02 |
|Josip Stanišić |
[Bayern Munich FC] |
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| 04 |
|Marquinhos |
[Paris St. Germain] |
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| 06 |
|Josip Šutalo |
[FC Ajax] |
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|
| 15 |
|Léo Pereira |
[CR Flamengo] |
|
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| 22 |
|Luka Vušković |
[Hamburger SV] |
81' |
|
| 06 |
|Douglas Santos |
[FC Zenit] |
75' |
|
| 05 |
|Duje Ćaleta-Car |
[Real Sociedad] |
59' |
|
| 05 |
|Casemiro |
[Manchester United] |
60' |
|
| 14 |
|Ivan Perišić |
[PSV Eindhoven] |
69' |
|
| 18 |
|Danilo Santos |
[Botafogo FR] |
75' |
|
| 10 |
|Luka Modrić © |
[AC Milan] |
59' |
|
| 07 |
|Matheus Cunha |
[Manchester United] |
75' |
|
| 17 |
|Petar Sučić |
[Inter de Milão] |
81' |
|
| 20 |
|Luis Henrique |
[FC Zenit] |
75' |
|
| 09 |
|Andrej Kramarić |
[TSG Hoffenheim] |
59' |
|
| 10 |
|Vinícius Jr. |
[Real Madrid CF] |
66' |
|
| 16 |
|Martin Baturina |
[Como 1907] |
69' |
|
| 09 |
|João Pedro |
[Chelsea FC] |
66' |
|
| 11 |
|Ante Budimir |
[CA Osasuna] |
59' |
|
| DT: Carlo Ancelotti 4-3-3 |
|
|
|
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| 13 |
|Danilo Silva |
[CR Flamengo] |
60' |
|
| 03 |
|Marin Pongračić |
[ACF Fiorentina] |
59' |
|
| 17 |
|Fabinho |
[Al-Ittihad Club] |
60' |
|
| 08 |
|Nikola Moro |
[Bologna FC 1909] |
59' |
|
| 21 |
|Igor Thiago |
[Brentford FC] |
66' |
|
| 15 |
|Mario Pašalić |
[Atalanta BC] |
59' |
|
| 22 |
|Gabriel Martinelli |
[Arsenal FC] |
66' |
|
| 26 |
|Petar Musa |
[FC Dallas] |
59' |
|
| 08 |
|Andrey Santos |
[Chelsea FC] |
75' |
|
| 07 |
|Lovro Majer |
[VfL Wolfsburg] |
69' |
|
| 16 |
|Kaiki Bruno |
[Cruzeiro EC] |
75' |
|
| 24 |
|Marco Pašalić |
[Orlando City SC] |
69' |
|
| 19 |
|Endrick |
[Olympique Lyon] |
75' |
|
| 04 |
|Ivan Smolčić |
[Como 1907] |
81' |
|
| 26 |
|Rayan Vítor |
[Bournemouth FC] |
75' |
|
| 19 |
|Toni Fruk |
[HNK Rijeka] |
81' |
|
| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 1 x 0 |
2 x 1 |
3 x 1 |
- |
- |
- |
- |
- |
| Cartões |
|
| |
Tempo |
| |
|
Cartões |
|
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21'/1º |
 |
Josip Sutalo |
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|
27'/1º |
 |
Duje Caleta-Car |
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| Casemiro |
 |
44'/1º |
|
|
|
|
|
36'/2º |
 |
Luka Vuskovic |
|
|
| 46'/1º |
Danilo Santos |
 |
1 : 0 |
|
|
|
|
|
|
|
1 : 1 |
 |
Lovro Majer |
38'/2º |
|
| 42'/2º |
Igor Thiago (Pen) |
 |
2 : 1 |
|
|
|
|
| 46'/2º |
Gabriel Martinelli |
 |
3 : 1 |
|
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• Estreantes no Brasil: Kaiki Bruno e Rayan Vítor;
• Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
• Croácia: Camisa Azul Quadriculada, Calção Azul e Meias Azuis (Nike);
Próximo Jogo 31 de Maio - Amistoso Estádio do Maracanã Rio de Janeiro |
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Seleção Brasileira Perde para a França, nos Estados Unidos
Em uma noite fria e úmida no Gillette Stadium, em Foxborough, nos arredores de Boston, nos Estados Unidos, a Seleção Brasileira foi derrotada pela França por 2 a 1 em amistoso internacional disputado nesta quinta-feira, 26 de março de 2026. O confronto, parte da série “Road to 26” organizada pela FIFA como preparação para a Copa do Mundo do próximo ano, marcou o penúltimo teste de Carlo Ancelotti antes da convocação definitiva. Apesar de jogar com um homem a mais durante quase todo o segundo tempo, após a expulsão de Dayot Upamecano, o Brasil não conseguiu superar a eficiência francesa e saiu de campo sob vaias de parte da torcida presente, estimada em cerca de 66.713 espectadores.
Os gols da França foram marcados por Kylian Mbappé, aos 32 minutos do primeiro tempo, com um belo toque de cobertura após erro brasileiro no meio-campo, e por Hugo Ekitiké, aos 19 minutos do segundo tempo, em um contra-ataque letal. Bremer descontou para o Brasil aos 31 minutos da etapa final, aproveitando cobrança de falta. O resultado, embora não oficial, expôs as dificuldades da Canarinho em transformar posse e volume ofensivo em efetividade contra uma das favoritas ao título mundial.
O amistoso era o primeiro dos dois compromissos da Data FIFA de março – o segundo será contra a Croácia, no dia 31. Ancelotti, no comando desde o final de 2025, usou a partida para observar opções táticas e confirmar nomes para a lista final de 26 jogadores. A ausência de Neymar, ainda em recuperação de lesão grave sofrida em 2023, gerou gritos da torcida pedindo o camisa 10 durante o jogo, mas o técnico priorizou o grupo presente.
A escalação brasileira foi: Ederson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Raphinha, Matheus Cunha, Vinicius Júnior e Gabriel Martinelli. Formação 4-2-3-1, com ênfase em velocidade pelos lados e Casemiro como âncora. Léo Pereira estreava na zaga ao lado de Bremer, enquanto Wesley e Douglas Santos davam opções de ataque pelas laterais. No banco, nomes como Luiz Henrique, Endrick, Fabinho e Ibañez aguardavam oportunidades. Do lado francês, Didier Deschamps escalou um time próximo do ideal: Maignan; Gusto, Konaté, Upamecano e Theo Hernández; Rabiot e Tchouaméni; Dembélé, Ekitiké, Mbappé e Olise. Os Bleus atuaram com intensidade alta, explorando transições rápidas e a qualidade técnica de Mbappé, que se aproximou ainda mais do recorde de artilheiro histórico da França.
Primeiro tempo: Mbappé pune erro brasileiro e França domina: O jogo começou equilibrado, com o Brasil buscando posse e tentando envolver a defesa francesa com toques rápidos. Raphinha e Martinelli tiveram boas chegadas pela direita, mas as finalizações pecaram na precisão. Ederson, em sua saída de bola, deu alguns sustos, característica que Ancelotti vem cobrando melhora. Aos 31 minutos, o lance que definiu o primeiro tempo: erro de passe no meio-campo (envolvendo Casemiro), lançamento preciso de Dembélé e Mbappé, livre, tocou por cobertura por cima de Ederson. 0 a 1. O gol foi um clássico de eficiência francesa: pouco volume, máxima letalidade. Mbappé, com 56 gols pela seleção, mostrou por que é o grande nome do time. Até o intervalo, o Brasil teve mais finalizações (cerca de 8 contra 3), mas apenas uma ou duas com real perigo. Matheus Cunha e Casemiro arriscaram de longe sem sucesso. A França, bem organizada, controlou os contra-ataques e saiu para o vestiário com vantagem merecida. Posse de bola ficou equilibrada (próxima de 50%), mas a qualidade das ações francesas foi superior.
Segundo tempo: Expulsão, contra-ataque letal e reação tardia: Ancelotti mexeu cedo, colocando Luiz Henrique no lugar de Raphinha (que sentiu a coxa). O Brasil voltou pressionando e criando mais volume. Aos 9 minutos do segundo tempo, porém, o jogo mudou: Upamecano cometeu falta dura em Wesley e recebeu o segundo amarelo (confirmado pelo VAR), deixando a França com 10 jogadores. Parecia o momento ideal para a virada. No entanto, a superioridade numérica não se traduziu em domínio. Aos 19 minutos, a França explorou espaço: Olise serviu Ekitiké em velocidade, e o atacante definiu com categoria. 0 a 2. Gol que expôs falhas de posicionamento brasileiro na transição defensiva. O Brasil reagiu. Aos 31 minutos, cobrança de falta de Danilo (que havia entrado), desvio de Casemiro e Bremer, bem posicionado, empurrou para o gol. 1 a 2. A torcida vibrou e o time foi para cima. Bremer quase empatou minutos depois em cabeçada, mas a bola saiu. Vinicius Júnior, até então discreto, tentou enfiadas e dribles, mas encontrou uma defesa francesa compacta e bem postada, mesmo com um a menos. Nos acréscimos (sete minutos), Maignan recebeu amarelo por retardar a saída de bola. O Brasil pressionou, mas faltou clareza nas finalizações. Ederson quase foi vazado em contra-ataque, mas o placar não mudou. Fim de jogo: 1 a 2, com vaias e cantos pedindo Neymar.
Estatísticas e análise tática: Volume sem efetividadeOs números reforçam a narrativa: Brasil teve 17 finalizações contra 7 da França, 5 escanteios a 2 e 4 cartões amarelos. Posse de bola ficou em torno de 46% a 54% a favor dos franceses. O Brasil dominou o segundo tempo em volume, mas errou no terço final. A França, mesmo com 10, foi letal nos contra-ataques (dois gols em transições). Taticamente, o 4-2-3-1 de Ancelotti gerou boa circulação, mas expôs a zaga em saídas de bola. Léo Pereira e Bremer foram sólidos, mas a dupla de volantes (Casemiro e Andrey) sofreu com a pressão alta francesa. No ataque, Martinelli e Luiz Henrique (após entrada) foram os mais incisivos; Vini Jr. e Raphinha tiveram atuações abaixo do esperado, com o primeiro “apagado” em momentos decisivos. Mbappé e Ekitiké foram os destaques franceses.
Declarações pós-jogo: Ancelotti sai confianteEm entrevista coletiva, Carlo Ancelotti foi positivo: “O resultado não é a coisa mais importante. Jogamos contra uma equipe muito forte e lutamos até o fim. Estou mais confiante para a convocação. Podemos competir com as melhores equipes do mundo e estou convencido de que vamos brigar pela Copa do Mundo.” Ele defendeu Vinicius Júnior e Raphinha, afirmando que o desempenho coletivo deixou “mais certezas do que dúvidas”. Didier Deschamps, do lado francês, elogiou a vitória: “É bonita porque é contra o Brasil. Há 11 anos levamos uma derrota dura e havia uma grande diferença. Hoje mostramos evolução coletiva.” Ele valorizou a organização mesmo com 10 jogadores e criticou pausas excessivas para hidratação, mas reconheceu a qualidade do adversário.
Lições para a Copa: Brasil precisa de eficiência: A derrota, embora em amistoso, serve de alerta. O Brasil mostrou garra e volume, mas pecou na conclusão e na marcação em transições. Contra equipes de elite como a França – vice-campeã em 2022 e sempre candidata –, o detalhe faz diferença. Ancelotti tem agora o jogo contra a Croácia para ajustar detalhes antes da lista final.A torcida, mesmo vaiando, demonstrou paixão. O grito por Neymar reflete saudade, mas o elenco atual tem talento para sonhar alto. Mbappé e companhia confirmaram o favoritismo francês, mas o Brasil provou que pode competir de igual para igual. No fim das contas, o placar 1 a 2 não define o futuro. Define, sim, que a Seleção está no caminho certo, mas precisa afinar os últimos detalhes. A Copa de 2026 está cada vez mais próxima, e o Brasil, mesmo derrotado ontem, segue vivo no sonho do hexa.
| Bremer, 77' |
 |
1 : 2 |
 |
Kylian Mbappé, 31' Hugo Ekitike, 64' |
| • Data: 26 de Março de 2026 |
Horário de Brasília: 17:00 hs |
Local: 15:00 hs |
|
| • Competição: Amistoso |
Fase: Amistoso |
Grupo: # |
Rodada: # |
|
| • Estádio: Gillette Stadium |
Capacidade: 68.756 |
|
| • Cidade: Foxborough, Massachusetts |
Público: 66.215 |
Renda: Não Divulgada |
|
| • Árbitro: Guido Gonzales Jr. (EUA) |
VAR: Tim Ford (EUA) |
|
| • Assistente 1: Nick Uranga (EUA) |
Assistente 2: Cory Richardson (EUA) |
|
|
|
| 23 |
|Ederson |
[Fenerbahçe SK] |
|
|
| 16 |
|Mike Maignan |
[AC Milan] |
|
|
| 02 |
|Wesley França |
[AS Roma] |
70' |
|
| 02 |
|Malo Gusto |
[Chelsea FC] |
90' |
|
|
| 15 |
|Ibrahima Konaté |
[Liverpool FC] |
|
|
| 15 |
|Léo Pereira |
[CR Flamengo] |
|
|
| 04 |
|Dayot Upamecano |
[Bayern Munich] |
|
|
| 06 |
|Douglas Santos |
[FC Zenit] |
|
|
| 19 |
|Theo Hernández |
[Al-Ahli Saudi FC] |
|
|
| 05 |
|Casemiro |
[Manchester United] |
83' |
|
| 08 |
|Aurélien Tchouaméni |
[Real Madrid CF] |
57' |
|
| 08 |
|Andrey Santos |
[Chelsea FC] |
70' |
|
| 14 |
|Adrien Rabiot |
[AC Milan] |
|
|
| 11 |
|Raphinha |
[FC Barcelona] |
46' |
|
| 07 |
|Ousmane Dembélé |
[Paris St. Germain] |
57' |
|
| 22 |
|Gabriel Martinelli |
[Arsenal FC] |
61' |
|
| 11 |
|Michael Olise |
[Bayern Munich] |
90' |
|
| 10 |
|Vinícius Jr. |
[Real Madrid CF] |
|
|
| 22 |
|Hugo Ekitike |
[Liverpool FC] |
65' |
|
| 07 |
|Matheus Cunha |
[Manchester United] |
70' |
|
| 10 |
|Kylian Mbappé |
[Real Madrid CF] |
65' |
|
| DT: Carlo Ancelotti 4-2-3-1 |
|
|
|
| DT: Didier Deschamps 4-2-3-1 |
|
|
|
| 20 |
|Luis Henrique |
[FC Zenit] |
46' |
|
| 17 |
|Maxence Lacroix |
[Crystal Palace FC] |
57' |
|
| 09 |
|João Pedro |
[Chelsea FC] |
61' |
|
| 13 |
|N'Golo Kanté |
[Fenerbahçe SK] |
57' |
|
| 18 |
|Danilo Santos |
[Botafogo FR] |
70' |
|
| 09 |
|Marcus Thuram |
[Inter de Milão] |
65' |
|
| 21 |
|Igor Thiago |
[Brentford FC] |
70' |
|
| 20 |
|Désiré Doué |
[Paris St. Germain] |
65' |
|
| 24 |
|Róger Ibañez |
[Al-Ahli Saudi FC] |
70' |
|
| 05 |
|Pierre Kalulu |
[Juventus FC] |
90' |
|
| 25 |
|Gabriel Sara |
[Galatasaray SK] |
83' |
|
| 25 |
|Maghnes Akliouche |
[AS Monaco FC] |
90' |
|
| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 0 x 1 |
1 x 1 |
1 x 2 |
- |
- |
- |
- |
- |
| Cartões |
|
| |
Tempo |
| |
|
Cartões |
|
| Léo Pereira |
 |
28'/1º |
|
|
|
| Casemiro |
 |
37'/1º |
|
|
|
|
|
09'/2º |
 |
Dayot Upamecano |
|
|
|
26'/2º |
 |
Ibrahima Konaté |
|
| Bremer |
 |
30'/2º |
|
|
|
| Rafael Ibañez |
 |
35'/2º |
|
|
|
|
|
48'/2º |
 |
Pierre Kalulu |
|
|
|
51'/2º |
 |
Mike Maignan |
|
|
|
|
|
0 : 1 |
 |
Kylian Mbappé |
31'/1º |
|
|
|
|
0 : 2 |
 |
Hugo Ekitike |
19'/2º |
|
| 32'/2º |
Bremer |
 |
1 : 2 |
|
|
|
|
• A última vez que o Brasil havia perdido para a França foi num amistoso em 09/02/2011;
• Estreantes no Brasil: Léo Pereira, Danilo Santos, Igor Thiago e Gabriel Sara;
• Brasil: Camisa Azul, Calção Azul e Meias Azuis (Nike);
• França: Camisa Branca, Calção Branco e Meias Brancas (Nike);
Próximo Jogo 31 de Março 2026 Camping World Stadium Orlando |
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