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João Leite


Nome Completo: João Leite da Silva Neto • Alcunha: João Leite
Posição: Defensor - Goleiro • Altura: 1,87 m
Data de Nascimento: 13 de Outubro de 1955 • Cidade: Belo Horizonte (MG)
Clube: Clube Atlético Mineiro • Estado: Minas Gerais, Belo Horizonte
Situação Atual: Aposentado (desde 1992) • Ocupação: Atua na Política
Copas do Mundo Disputadas: Nenhuma • Jogos: 0 • Gols: 0

Carreira: João Leite da Silva Neto, o João Leite, um dos maiores goleiros da história do Clube Atlético Mineiro, hoje é político em Minas Gerais. Ele é deputado estadual mineiro há varias legislaturas e chegou a concorrer à prefeitura de Belo Horizonte, sem sucesso, duas vezes. Foi reeleito em outubro de 2014. Seu filho, Helton Leite, após tentar carreira no vôlei, migrou para o futebol, e tal qual o pai, como goleiro. Helton, de 1,96m, passou por Grêmio e Bahia, e em janeiro de 2013 chegou ao Criciúma-SC, com 22 anos de idade.

Além do Galo, João Leite, que era conhecido como "Goleiro de Deus", por ser Atleta de Cristo, jogou também no Vitória de Guimarães, de Portugal, no América (MG) e no Guarani (SP).

Ele também chegou a ser convocado algumas vezes por Telê Santana, então comandante da Seleção Brasileira. Tanto que, no Mundialito do Uruguai, de 79 para 80, João Leite foi o goleiro titular de Telê naquela competição em que o Brasil foi vice-campeão ao perder a final para o Uruguai. João Leite continua morando em Belo Horizonte, sua segunda paixão depois do Galo.

Ao lado de Baltazar, o "Artilheiro de Deus", é considerado o mentor maior do grupo dos atletas de Cristo do futebol brasileiro. E foi também o primeiro evangélico a entregar uma bíblia ao goleiro adversário, antes do início dos jogos, e outras duas para os reservas. Parou com a iniciativa quando o massagista do Cruzeiro jogou um dos exemplares na cabeça de um bandeirinha que teria marcado impedimento inexistente durante um clássico Galo e Cruzeiro, em 1978, no Mineirão.

Com a camisa da Seleção Brasileira, João Leite disputou apenas seis jogos oficiais, segundo números do livro "Seleção Brasileira 90 anos", de Antônio Carlos Napoleão e Roberto Assaf. Foram duas vitórias, dois empates e duas derrotas. João Leite sofreu quatro gols nas seis partidas. (www.terceirotempo.com.br)

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Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)
19801221FSB

Juninho Fonseca


Nome Completo: Alcides Fonseca Júnior • Alcunha: Juninho
Posição: Defensor - Zagueiro • Altura: 1,84 m
Data de Nascimento: 29 de Agosto de 1958 • Cidade: Olimpia (SP)
Clube: Associação Atlética Ponte Preta • Estado: São Paulo, Campinas
Situação Atual: Aposentado (desde 1992) • Ocupação: Técnico de Futebol
Copas do Mundo Disputadas: 1982 • Jogos: 0 • Gols: 0

Carreira: Alcides Fonseca Júnior, o Juninho, ou Juninho Fonseca, zagueiro revelado pela Ponte Preta e que teve boa passagem pelo Corinthians no começo dos anos 80 virou treinador profissional após encerrar a carreira. Em 2017, o ex-defensor estava trabalhando como comentarista da Rede Fé, emissora de rádio de Ribeirão Preto. Juninho nasceu no dia 29 de agosto de 1958 na cidade de Olímpia, interior de São Paulo. Como jogador, ele surgiu na escola de zagueiros da Ponte Preta, que antes dele já havia revelado Oscar e Polozzi. Embora não fosse tão técnico quanto Oscar, Juninho também se destacou na Macaca e em 1982 foi convocado para defender a seleção brasileira na Copa da Espanha. Ele ficou na reserva do próprio Oscar e do atleticano Luizinho, titulares no time de Telê Santana. No ano seguinte, Juninho foi negociado pela Ponte com o Corinthians, que tinha como principais jogadores Sócrates, Casagrande, Wladimir, Biro-Biro e Zenon. Juninho fez parte do time corintiano imortalizado pelo movimento político batizado de "Democracia Corintiana". Além de ser bem estruturado politicamente, o time, comandado pelo técnico Jorge Vieira, chegou ao bicampeonato paulista em 1983 (tinha conquistado o título em 1982 tendo como técnico Mário Travaglini). O Paulistão de 1983, vencido sobre o São Paulo, foi a principal conquista como jogador de Juninho, que depois atuou pelo Juventus (SP). Após a boa passagem pelo Timão, Juninho não conseguiu engrenar em outros clubes. Passou pelo Vasco, Cruzeiro e Atlético Paranaense, por exemplo, sem grande sucesso. O zagueiro decidiu pendurar as chuteiras em 1992. Como treinador, ele estreou na Portuguesa de Desportos em 1999. Juninho acumulou passagens por equipes do interior paulista e também clubes do futebol do nordeste. Foi técnico do Corinthians por três meses (16 jogos) em 2004 e em 2005 dirigiu o Noroeste de Bauru (SP). Lá também ficou pouco tempo. Porém, após alguns insucessos como técnico, ele decidiu assumir o cargo de secretário de Esportes da prefeitura de Ribeirão Preto (SP) em 2006. Em 2008, ele assumiu a gerência de futebol da Francana. Deixou o cargo no mesmo ano para trabalhar na categoria de base do São Bernardo. Em 2014, Juninho voltou a ser treinador de futebol. Ele comandou o Ivinhema, do Mato Grosso do Sul, durante o campeonato estadual e depois deixou o clube. Em maio de 2014, Juninho tornou-se gerente de futebol de base do Botafogo de Ribeirão Preto, em São Paulo. (Fonte: www.terceirotempo.com.br)

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