
Brasil conquista o Sul-Americano Sub-17 Feminino em final épica contra a Argentina
No dia 9 de maio de 2026, a Seleção Brasileira Sub-17 Feminina escreveu mais um capítulo glorioso em sua história ao vencer a Argentina por 3 a 2 e conquistar o título do Campeonato Sul-Americano Sub-17. A partida, realizada em um clima de grande expectativa, não decepcionou: foi intensa, dramática e repleta de talento, confirmando o protagonismo do futebol feminino brasileiro nas categorias de base.
Um clássico sul-americano digno de final: Brasil e Argentina carregam uma rivalidade histórica no futebol, e no cenário feminino essa disputa ganha cada vez mais relevância. A final do Sul-Americano Sub-17 foi marcada por equilíbrio e alternância de domínio. A Argentina, empurrada por sua torcida, tentou impor intensidade desde os primeiros minutos, mas o Brasil mostrou maturidade e capacidade de reação, mesmo diante da pressão adversária.
Estrutura tática e destaques individuais: O Brasil entrou em campo com uma formação sólida, explorando a velocidade pelas laterais e a criatividade no meio-campo. A defesa, liderada por Andreyna e Figueiredo, mostrou consistência, enquanto o ataque foi marcado pela mobilidade de Silva e Vieira. A goleira Borges também teve papel fundamental, realizando defesas importantes que evitaram a reação argentina. A Argentina apostou em um esquema 4-2-3-1, buscando compactação defensiva e transições rápidas. A atacante Diz foi um dos principais destaques, criando dificuldades para a defesa brasileira e anotando um dos gols da equipe.
O sexto título continental: Com essa vitória, o Brasil alcançou seu sexto título continental na categoria Sub-17, consolidando-se como potência absoluta no futebol feminino de base na América do Sul. Esse resultado não apenas reafirma a tradição da “Amarelinha”, mas também projeta um futuro promissor para a geração que, em breve, poderá integrar a Seleção principal.
Impacto para o desenvolvimento do futebol feminino: O triunfo brasileiro tem um significado que vai além do troféu. Ele representa:
1. Valorização da base: mostra que o investimento em categorias inferiores está rendendo frutos.
2. Inspiração para jovens atletas: meninas em todo o país veem na seleção um exemplo de que é possível sonhar alto.
3. Fortalecimento da rivalidade saudável: jogos contra a Argentina elevam o nível competitivo e ajudam no crescimento técnico das atletas.
4. Visibilidade internacional: o título reforça a imagem do Brasil como celeiro de talentos no futebol feminino.
A emoção da conquista: O apito final trouxe lágrimas, abraços e celebração. As jogadoras brasileiras comemoraram intensamente, conscientes da importância do feito. A comissão técnica destacou o comprometimento do grupo e a capacidade de superar adversidades ao longo da competição. Para muitas dessas atletas, esse título é o primeiro passo em uma trajetória que poderá levá-las a Copas do Mundo e Jogos Olímpicos.
Perspectivas futuras: O Sul-Americano Sub-17 é também classificatório para o Mundial da categoria. Com o título, o Brasil garante não apenas a vaga, mas também confiança para enfrentar seleções de outros continentes. A experiência adquirida em jogos de alta pressão será fundamental para o desempenho em torneios globais. Além disso, a vitória reforça a necessidade de continuidade no trabalho de formação. A CBF tem investido em centros de treinamento e competições nacionais, e o sucesso internacional é um reflexo direto dessa estrutura.
Conclusão: A vitória por 3 a 2 sobre a Argentina não foi apenas um resultado esportivo: foi um marco para o futebol feminino brasileiro. Com talento, disciplina e espírito coletivo, a Seleção Sub-17 mostrou que está preparada para desafios maiores. O sexto título continental é motivo de orgulho e esperança, sinalizando que o futuro da modalidade no Brasil está em boas mãos.
| Sofia Gamonal, 28'helena, 45'+2Nicolly, 45'+4 |
 |
3 : 2 |
 |
Mercedes Diz, 3' Josefina Galarza, 61' |
| • Data: 9 de Maio de 2026, Sábado |
Horário de Brasília: 19:30 |
Local: 19:30 |
|
| • Competição: Sul-Americano U17 de 2026 |
Fase: Final |
|
| • Estádio: Estádio Defensores del Chaco |
Local: Assunção (Paraguai) |
|
| • Capacidade: 49.000 Espectadores |
Público: none |
Renda: none |
|
| • Árbitra: Érika Sánchez (Colômbia) |
4ª Árbitra: Leinny Rodríguez (Venezuela) |
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| • Assistente 1: Carolina Vicuña (Colômbia) |
Assistente 2: Laura Loaiza (Colômbia) |
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| DT: Rilany da Silva 3-4-3 |
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| DT: Christian Meloni 4-2-3-1 |
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| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 3 x 1 |
0 x 1 |
3 x 2 |
- |
- |
- |
- |
- |
| Cartões |
|
| |
Tempo |
| |
|
Cartões |
|
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|
33'/2º |
 |
Christian Meloni |
|
|
|
38'/2º |
 |
Orlana Bralo |
|
| Carolliny Melo |
 |
41'/2º |
|
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|
|
|
|
1 x 0 |
 |
Mercedes Diz |
(03'/1º) |
|
| (28'/1º) |
Sofia Gamonal |
 |
1 x 1 |
|
|
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|
| (47'/1º) |
Helena Rodrtigues |
 |
2 x 1 |
|
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|
| (49'/1º) |
Nicolly Silva |
 |
3 x 1 |
|
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|
|
|
|
|
2 x 3 |
 |
Josefina Galarza |
(16'/2º) |
|
• Com esse resultado o Brasil sagrou-se campeão do Sul-Americano pela 6ª vez;
• Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Azuis (Nike);
• Uniforme da Argentina: Camisa Listrada em Azul-Branco, Calção e Meias Pretas (Adidas);
Próximo Jogo Data Indefinida Mundial Sub 17 Marrocos |
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Seleção Brasileira vence o Chile nos Pênaltis e Garante Vaga na Final do Sul-Americano Sub 17
Na noite desta quarta-feira, 6 de maio de 2026, o Estádio Defensores del Chaco, em Assunção (Paraguai), foi palco de uma das partidas mais emocionantes do Sul-Americano Sub-17 Feminino. A Seleção Brasileira enfrentou o Chile em uma semifinal marcada pelo equilíbrio, pela intensidade e pela superação. Após empate em 2 a 2 no tempo regulamentar, o Brasil venceu por 5 a 3 na disputa de pênaltis, garantindo vaga na grande final contra a Argentina e, de quebra, assegurando presença na Copa do Mundo da categoria, que será realizada no Marrocos entre outubro e novembro deste ano.
Primeiro Tempo - Equilíbrio e Estudo Entre as Equipes: O início da partida foi marcado por muita cautela. O Brasil, comandado pela técnica Rilany Silva, encontrou dificuldades para encaixar os passes e impor seu ritmo. O Chile, por sua vez, aproveitou os momentos de desorganização da defesa brasileira para tentar contra-ataques rápidos, mas sem conseguir transformar as oportunidades em gols. Apesar da intensidade, o primeiro tempo terminou sem alterações no placar. A defesa brasileira, liderada por Elo e Andreyna, conseguiu neutralizar as investidas chilenas, enquanto o ataque, com Gamonal e Nicolly, buscava espaços, mas esbarrava na boa marcação adversária.
Segundo Tempo - Emoção e Viradas: Na volta do intervalo, o Brasil mostrou uma postura diferente. Logo aos cinco minutos, Pinho fez uma jogada pela linha de fundo e cruzou para Sofia Gamonal abrir o placar, colocando a Amarelinha em vantagem. O gol, no entanto, não abalou as chilenas. Com muita determinação, o Chile conseguiu reagir e virou o jogo, balançando as redes duas vezes, aproveitando falhas defensivas brasileiras e mostrando eficiência ofensiva. Quando parecia que a classificação escaparia, o espírito de superação da Seleção entrou em cena. Aos 82 minutos, Mari Gigante recebeu dentro da área e, com um chute preciso, empatou a partida em 2 a 2, levando a decisão para os pênaltis.
Disputa de pênaltis - Frieza e Competência: Na marca da cal, a Seleção Brasileira mostrou maturidade e confiança. Com cobranças seguras, o Brasil converteu cinco dos seus chutes, enquanto o Chile desperdiçou uma oportunidade crucial.
O placar final de 5 a 3 nos pênaltis selou a vitória brasileira e a classificação para a final. A goleira Nathy foi decisiva ao transmitir segurança durante as cobranças, e cada atleta demonstrou concentração e frieza em um momento de enorme pressão.
O significado da Vitória: Mais do que uma vaga na final, o triunfo sobre o Chile representa a consolidação de um projeto de base que vem se fortalecendo nos últimos anos. A classificação também garante ao Brasil presença na Copa do Mundo Sub-17, ampliando o calendário competitivo e oferecendo às jovens atletas a oportunidade de enfrentar seleções de diferentes continentes. A técnica Rilany Silva destacou, antes mesmo da partida, que seria um duelo duro e equilibrado. Após a vitória, ficou evidente que a preparação psicológica e a união do grupo foram determinantes para superar os momentos de adversidade.
Próximo Desafio: A Final Contra a Argentina: No sábado, 9 de maio, o Brasil enfrentará a Argentina na grande decisão. O clássico sul-americano promete ser intenso, reunindo duas seleções tradicionais e com campanhas sólidas na competição. A expectativa é de um jogo marcado por rivalidade histórica, talento individual e estratégias coletivas bem definidas. Para o Brasil, a final será a oportunidade de coroar uma campanha invicta e reafirmar sua hegemonia no futebol feminino de base.
Conclusão: A vitória sobre o Chile é um marco para a Seleção Sub-17 Feminina. O jogo mostrou não apenas a qualidade técnica das atletas, mas também a capacidade de superação diante das adversidades.
Com jovens talentos como Gamonal, Mari Gigante e Pinho, o futuro do futebol feminino brasileiro se mostra promissor. A classificação para a final e para a Copa do Mundo reforça o trabalho da comissão técnica e da Confederação Brasileira de Futebol em investir na base e preparar novas gerações de jogadoras. O duelo contra a Argentina será mais um capítulo dessa trajetória, e a confiança da equipe é de que a determinação demonstrada contra o Chile será novamente decisiva. Independentemente do resultado, o Brasil já mostrou que está pronto para competir em alto nível e representar o país com orgulho no cenário internacional.
| Sofia Gamonal, 50'Mariana, 82' |
 |
(5)2 : 2(3) |
 |
Amparo Abarca, 67'Elisa Cornejo, 71' |
| • Data: 6 de Maio de 2026, Quarta-Feira |
Horário de Brasília: 18:00 |
Local: 17:00 |
|
| • Competição: Sul-Americano U17 de 2025 |
Fase: Segunda Fase - Semifinal |
|
| • Estádio: Estádio Defensores del Chaco |
Local: Assunção (Paraguai) |
|
| • Capacidade: 40.799 Espectadores |
Público: none |
Renda: none |
|
| • Árbitra: Gabriela Arce (Paraguai) |
4ª Árbitra: Jhanet Portugal (Bolívia) |
|
| • Assistente 1: Lorena Miranda (Paraguai) |
Assistente 2: Claudia Delvalle (Paraguai) |
|
|
|
|
|
|
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|
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|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| 07 |
|Antonella Martínez |
|
79' |
|
| DT: Rilany da Silva 3-4-3 |
|
|
|
|
|
|
|
| 16 |
|Elisa Belen Cornejo |
|
46' |
|
|
| 21 |
|Isidora Benavides |
|
54' |
|
|
|
| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
CHI |
| 0 x 0 |
2 x 2 |
2 x 2 |
# |
# |
# |
5 |
3 |
| Cartões |
|
| |
Tempo |
| |
|
Cartões |
|
| Carolliny Melo |
 |
33'/2º |
|
|
|
| Andreyna Santiago |
 |
41'/2º |
|
|
|
|
| (05'/2º) |
Sofia Gamonal |
 |
1 x 0 |
|
|
|
|
|
|
|
1 x 1 |
 |
Amparo Abarca |
(22'/2º) |
|
|
|
|
1 x 2 |
 |
Elisa Cornejo |
(26'/2º) |
|
| (37'/2º) |
Mariana Oliveira |
 |
2 x 2 |
|
|
|
|
|
Pênaltis |
|
| |
Placar |
| |
|
Pênaltis |
|
|
|
Pietra Souza |
 |
1 x 0 |
|
|
|
|
|
|
|
1 x 1 |
 |
Amaral Farías |
|
|
|
Isadora Rech |
 |
2 x 1 |
|
|
|
|
|
|
|
2 x 2 |
 |
Amparo Abarca |
|
|
|
Mariana Oliveira |
 |
3 x 2 |
|
|
|
|
|
|
|
3 x 3 |
 |
Isidora Benavides |
|
|
|
Marcela Bontorim |
 |
4 x 3 |
|
|
|
|
|
|
|
4 x 3 |
 |
Constanza Sánchez (Trave) |
|
|
|
Nicolly Silva |
 |
5 x 3 |
|
|
|
|
• No tempo regulamentar terminou em 2-2. Não houve prorrogação. Nos Pênaltis: Brasil 5-3;
• Com esse resultado o Brasil garantiu vaga na final do torneio e na Copa do Mundo FIFA Sub 17
• Uniforme do Brasil: Camisa, Calção e Meias Azuis com detalhes Amarelos (Nike);
• Uniforme do Chile: Camisa Cinza, Calção e Meias Pretas (Adidas);
Próximo Jogo 9 de Maio - 20 h Defensores del Chaco Assunção (Paraguai) |
 |
|

Brasil goleia Equador e confirma liderança no Sul-Americano Sub-17 Feminino
A Seleção Brasileira Feminina Sub-17 encerrou a fase de grupos do Campeonato Sul-Americano com uma atuação de gala diante do Equador. No último domingo (3 de maio de 2026), no Estádio Ameliano, em Villeta, Paraguai, o Brasil venceu por 4 a 0 e garantiu a primeira colocação do Grupo B, mantendo os 100% de aproveitamento na competição. O resultado reforça a força da equipe comandada por Rilany Silva, que chega às semifinais embalada e com status de favorita.
Contexto da Partida: O Brasil já havia assegurado a classificação para a fase semifinal antes mesmo de enfrentar o Equador. Ainda assim, a equipe entrou em campo com intensidade e manteve sua identidade ofensiva. A postura demonstra não apenas a busca por resultados, mas também a consolidação de um estilo de jogo que privilegia a posse de bola, a pressão alta e a criatividade ofensiva. O Equador, por sua vez, precisava de um resultado positivo para melhorar sua posição na tabela e tentar se aproximar da zona de classificação. No entanto, encontrou uma seleção brasileira organizada, confiante e com grande poder de decisão.
Segundo Tempo: Explosão Ofensiva: Na volta do intervalo, a Seleção Brasileira manteve a mesma postura agressiva. Logo aos 2 minutos, Mari Martins, recém-ingressa na partida, fez jogada individual pela esquerda e cruzou para Marcela. A atacante mostrou frieza ao tirar da goleira peruana e marcar o terceiro gol da noite. Marcela estava inspirada e não parou por aí. A camisa 18 marcou mais duas vezes, completando um hat-trick memorável e selando a goleada por 5 a 0. Sua atuação foi decisiva para aumentar o saldo de gols da equipe e reforçar o poder ofensivo da Amarelinha.
Força Coletiva: Mais do que os destaques individuais, o triunfo contra o Equador evidenciou a força coletiva da Seleção. O Brasil apresentou equilíbrio entre defesa e ataque, com transições rápidas e marcação eficiente. A equipe não apenas venceu, mas dominou o jogo em todos os aspectos: posse de bola, criação de oportunidades e solidez defensiva. A goleira Nathy, substituída por Loren no decorrer da partida, pouco foi exigida, reflexo da superioridade brasileira. A defesa, composta por Yasmin Q., Sarah C., Isa Rech e Mari Martins, manteve a consistência e neutralizou as tentativas equatorianas.
Importância da Vitória: A goleada sobre o Equador não foi apenas mais um resultado positivo. Ela reafirma o protagonismo do Brasil no cenário sul-americano e fortalece a confiança da equipe para os momentos decisivos. Além disso, demonstra que a Seleção possui alternativas ofensivas variadas e capacidade de adaptação diante de diferentes adversários.
Perspectivas para os Próximos Desafios: O Brasil agora aguarda o desfecho do Grupo A para conhecer seu adversário na semifinal, que será disputada no dia 6 de maio. A expectativa é alta, já que a vitória na semifinal garante não apenas a vaga na final, mas também a classificação direta para a Copa do Mundo Feminina Sub-17, que acontecerá em Marruecos. A técnica Rilany Silva destacou a importância de manter o foco e a intensidade: “Estamos preparadas para passar da semifinal e conquistar a vaga na Copa do Mundo. O grupo é muito técnico e unido, e isso tem feito a diferença.”
Conclusão: O triunfo por 4 a 0 contra o Equador é um retrato fiel da campanha brasileira até aqui: dominante, ofensiva e consistente. A Seleção Sub-17 Feminina não apenas venceu, mas convenceu, mostrando que está pronta para buscar o título e carimbar sua vaga no Mundial. Com uma geração talentosa e promissora, o Brasil reafirma sua tradição no futebol feminino e dá sinais de que o futuro da modalidade será brilhante. A semifinal será o próximo capítulo dessa trajetória, e a expectativa é de que a Amarelinha siga escrevendo sua história com vitórias e conquistas.
| Esther Carabalí, 15'Giovana 21'Marcela, 57'Mariane, 74' |
 |
4 : 0 |
 |
|
| • Data: 3 de Maio de 2026, Sexta-Feira |
Horário de Brasília: 17:00 |
Local: 16:00 |
|
| • Competição: Sul-Americano U17 de 2025 |
Fase: Primeira Fase - Grupo B - 5ª Rodada |
|
| • Estádio: Estádio Ameliano Villeta |
Local: Villeta (Paraguai) |
|
| • Capacidade: 7.000 Espectadores |
Público: none |
Renda: none |
|
| • Árbitra: Jhanet Portugal (Bolívia) |
4ª Árbitra: Valentina Velásquez (Chile) |
|
| • Assistente 1: Maricela Urapuca (Bolívia) |
Assistente 2: Ruth Lima (Bolívia) |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| DT: Rilany da Silva 4-3-3 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| 14 |
|Sophie Lottermann |
|
75' |
|
|
|
|
| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 2 x 0 |
2 x 0 |
4 x 0 |
- |
- |
- |
- |
- |
| Cartões |
|
| |
Tempo |
| |
|
Cartões |
|
| Pietra Souza |
 |
06'/2º |
 |
Julieta Guaranda |
|
|
| (15'/1º) |
Esther Carabalí |
 |
1 x 0 |
|
|
|
|
| (21'/1º) |
Giovanna Pires |
 |
2 x 0 |
|
|
|
|
| (12'/2º) |
Marcela Bontorim |
 |
3 x 0 |
|
|
|
|
| (29'/2º) |
Mariane Martins |
 |
4 x 0 |
|
|
|
|
• Observação: As duas melhores colocadas classificam-se para a Semifinal da competição
• No Outro Jogo do Grupo: Peru 0 x 3 Venezuela, Estádio CARFEM, Ypané, Villeta Link Aqui
• Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
• Uniforme do Equador: Camisa Azul-Marinho, Calção Branco e Meias Azul-Marinho (Marathon);
| Classificação Grupo B |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| P |
Seleção (Técnico) |
Pts |
Jgs |
Vit |
Emp |
Der |
GP |
GC |
SG |
Situação |
| 1º |
|Brasil (Rilany Silva) |
12 |
4 |
4 |
0 |
0 |
16 |
3 |
13 |
Classificada |
| 2º |
|Venezuela (Dayana Frías) |
6 |
4 |
2 |
0 |
2 |
5 |
3 |
2 |
Classificada |
| 3º |
|Equador (Victor Idrobo) |
5 |
4 |
1 |
2 |
1 |
2 |
5 |
-3 |
Play-Off |
| 4º |
|Uruguai (Pablo Bazzani) |
4 |
4 |
1 |
1 |
2 |
6 |
7 |
-1 |
Eliminada |
| 5º |
|Peru (María Cáceres) |
1 |
4 |
0 |
1 |
3 |
1 |
12 |
-11 |
Eliminada |
|
• Regulamento: As duas melhores equipes classificam-se para a Copa do Mundo FIFA Sub 17. A terceira colocada disputará um play-off para ir ao mundial da categoria;
• Fonte de Pesquisa: Confederación Sudamericana de Fútbol (Conmebol) |
Próximo Jogo 6 de Maio - 20 h Estádio CARFEM Ypané (Paraguai) |
 |
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