Brasil Vence Haiti, Lidera o Grupo C e Elimina Caribenhos na Copa do Mundo 2026
Filadélfia, Estados Unidos – Em uma noite quente no Lincoln Financial Field, diante de um público de 68.324 torcedores, a Seleção Brasileira conquistou sua primeira vitória na Copa do Mundo FIFA 2026. Com gols de Matheus Cunha (dois) e Vinícius Júnior, o Brasil bateu o Haiti por 3 a 0 na segunda rodada do Grupo C, assumiu a liderança da chave com quatro pontos e eliminou o adversário da competição. O jogo, disputado na noite de 19 de junho (horário local), marcou a recuperação brasileira após o empate na estreia contra o Marrocos. Sob o comando de Carlo Ancelotti, a equipe mostrou evolução, especialmente no primeiro tempo, quando resolveu a partida com eficiência ofensiva. O Haiti, que já havia perdido na estreia, não conseguiu oferecer resistência suficiente e se tornou a primeira equipe eliminada do Mundial
Escalação e contexto tático: Ancelotti optou por algumas mudanças em relação à partida de estreia. A formação titular teve Alisson no gol; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos na defesa; Casemiro (ou Fabinho em variações) e Bruno Guimarães no meio; Raphinha, Matheus Cunha e Vinícius Júnior no ataque, com ajustes que incluíram Lucas Paquetá em algumas interpretações das escalações iniciais. O técnico italiano buscou maior equilíbrio e presença ofensiva, apostando na velocidade de Vini Jr. e na finalização de Cunha. Do lado haitiano, o técnico optou por um bloco mais defensivo, tentando explorar contra-ataques, mas a diferença técnica e física ficou evidente ao longo dos 90 minutos.
Domínio brasileiro no primeiro tempo: O Brasil começou com posse de bola, mas sem a intensidade esperada nos minutos iniciais. O Haiti se postava bem defensivamente, fechando espaços centrais. No entanto, a partir dos 20 minutos, a Seleção acelerou.Aos 23 minutos, veio o primeiro gol. Em uma jogada pelo meio, Matheus Cunha recebeu e finalizou. O lance gerou alguma controvérsia – relatos indicam uma possível deflexão ou contato no defensor haitiano –, mas o VAR não interveio e o gol foi validado. Cunha, atuando pelo Manchester United, abriu o placar e comemorou com empolgação sua primeira bola na rede em Copas do Mundo. O segundo gol não demorou. Aos 36 minutos, novamente Cunha. Após boa combinação no ataque, o atacante recebeu e finalizou com precisão, ampliando para 2 a 0. O gol demonstrou a qualidade técnica do jogador e o bom entrosamento com o setor ofensivo. Antes do intervalo, aos 45'+3', Vinícius Júnior selou a vitória parcial. Em jogada rápida, recebeu assistência (de Paquetá ou Cunha, conforme fontes) e finalizou com categoria, colocando a bola no fundo da rede do goleiro Placide. O craque do Real Madrid, já autor de um gol na estreia, confirmou sua importância na equipe. O primeiro tempo terminou com 3 a 0 e domínio claro do Brasil em posse, finalizações e chances criadas (cerca de 1,5 xG contra 0,25 do Haiti).
Segundo tempo: Administração e poucas emoções: Na etapa final, o Brasil diminuiu o ritmo, administrando a vantagem. Ancelotti promoveu substituições, dando minutos a jogadores como Endrick, Gabriel Martinelli e outros, preservando forças para o decisivo jogo contra a Escócia. Raphinha saiu cedo, possivelmente por um incômodo físico, o que gerou preocupação para os próximos compromissos. O Haiti tentou reagir, avançando linhas e criando algumas situações, principalmente em bolas paradas. Destaque para uma defesa impressionante de Alisson em cabeçada de Ricardo Adé. No entanto, os caribenhos não tiveram força suficiente para furar a sólida defesa brasileira, terminando o jogo sem finalizações perigosas consistentes. Perto do fim, Endrick teve um gol anulado por impedimento, o que evitou um placar ainda mais elástico. O árbitro Alejandro José Hernández Hernández encerrou a partida sem grandes polêmicas, além da discussão inicial no primeiro gol.
Análise e destaques individuais: Matheus Cunha foi o grande nome da partida, com dois gols e atuação completa, sendo eleito Man of the Match. Vinícius Júnior novamente brilhou com velocidade, dribles e um gol, confirmando sua condição de estrela da equipe. A defesa, comandada por Marquinhos e Gabriel, teve atuação segura, e Alisson mostrou tranquilidade quando exigido. Coletivamente, o Brasil melhorou em relação à estreia, mas ainda há espaço para evolução, especialmente na intensidade do segundo tempo e na precisão das transições. Ancelotti destacou a importância da vitória para a confiança do grupo.Para o Haiti, a eliminação precoce reflete as dificuldades contra seleções de maior tradição. A equipe mostrou organização, mas faltou poder ofensivo para ameaçar rivais como Brasil, Marrocos e Escócia.
Classificação e próximos passos: Com a vitória, o Brasil lidera o Grupo C com quatro pontos (1 vitória, 1 empate). O Haiti, com duas derrotas, está eliminado. A última rodada, em 24 de junho, reserva Brasil x Escócia (em Miami) e Marrocos x Haiti (em Atlanta). Um empate basta ao Brasil para avançar, dependendo de outros resultados, mas a vitória garantiria a primeira posição. Ancelotti já confirmou que Neymar Jr., recuperado de lesão na panturrilha, deve estar disponível para o confronto decisivo. A torcida brasileira, presente em grande número na Filadélfia e celebrando nas ruas do Rio e outras cidades, espera uma Seleção ainda mais afiada.
Conclusão: Um passo importante rumo ao hexa: A vitória por 3 a 0 contra o Haiti cumpre o papel esperado: três pontos, moral elevado e liderança do grupo. Não foi um jogo perfeito, mas demonstrou a capacidade brasileira de resolver confrontos contra equipes inferiores com eficiência. Na Copa do Mundo, cada resultado conta, e o Brasil dá mais um passo sólido em busca do sonhado sexto título mundial.A torcida agora volta as atenções para Miami. Com Vini Jr. inspirado, Cunha em grande fase e o elenco de Ancelotti ganhando entrosamento, a Seleção tem todos os ingredientes para fazer uma grande campanha. Que venha a Escócia – e que o sonho do hexa continue vivo
➯ O Brasil teve dois gols anulados. Um de Raphinha (aos 11'/1º) e Endrick (aos 32'/2º tempo);
➯ O atacante Raphinha saiu de campo sentindo uma contusão e foi substituído por Rayan Vítor;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa, Calção e Meias Azuis (Nike);
➯ Uniforme do Haiti: Camisa, Calção e Meias Brancas (Saeta);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Haiti (Head to Head: Brazil vs Haiti) →
Classificação Grupo C
P
Seleção (Técnico)
Pts
Jgs
Vit
Emp
Der
GP
GC
SG
Situação
1º
|Brasil (carlo Ancelotti)
4
2
1
1
0
4
1
3
Na Disputa
2º
|Marrocos (Mohamed Ouahbi)
4
2
1
1
0
2
1
1
Na Disputa
3º
|Escócia (Steve Clarke)
3
2
1
0
1
1
1
0
Na Disputa
4º
|Haiti (Sébastien Migné)
0
2
0
0
2
0
4
-4
Eliminado
• Regulamento: Os dois melhores, de cada grupo, e mais os 8 melhores terceiros colocados avançam para a próxima fase da Copa do Mundo (1/16 avos); • Fonte de Pesquisa: Fédération Internationale de Football Association (FIFA)
Próximo Jogo 24 de Junho 2026 Hard Rock Stadium Miami Gardens
Brasil Feminino cai diante dos EUA por 1 a 0 em Fortaleza: jogo histórico vira palco de polêmica com múltiplas expulsões
Fortaleza, 10 de junho de 2026 – Em uma noite que prometia ser de festa no Castelão, a Seleção Brasileira Feminina sofreu sua primeira derrota na série de amistosos contra os Estados Unidos. Diante de mais de 55 mil torcedores que lotaram o estádio, o Brasil foi superado por 1 a 0, com um gol contra de Isabela aos 63 minutos. O que deveria ser um teste de alto nível contra uma das maiores potências do mundo transformou-se em um confronto marcado por tensão extrema, decisões polêmicas da arbitragem e uma avalanche de expulsões que desestabilizou completamente a equipe verde-amarela.
O clássico entre Brasil e Estados Unidos sempre carrega grande rivalidade. As americanas são tetracampeãs mundiais e seguem como referência no futebol feminino, enquanto o Brasil, dono da casa na Copa do Mundo Feminina de 2027, busca consolidar seu crescimento e chegar ao torneio como uma das favoritas. Depois da vitória brasileira por 2 a 1 no primeiro amistoso, em São Paulo, o segundo duelo em Fortaleza era visto como oportunidade de ouro para medir forças em condições adversas.
Desde o apito inicial, comandado pela uruguaia Paola Cebollada López, o jogo mostrou-se físico e truncado. No primeiro tempo, o Brasil teve ligeira superioridade na posse de bola, rondando os 58%, e criou as melhores chances. Marta, que iniciou no banco e entrou no intervalo, foi ovacionada pela torcida ao aquecer na beira do campo. Kerolin e Ludmilla pressionavam a defesa americana, enquanto Bia Zaneratto tentava articular o meio-campo. Do outro lado, as EUA apostavam em transições rápidas e na velocidade de suas atacantes, exigindo atenção constante da zaga brasileira formada por Tarciane e companhia.
A goleira Lorena, do Corinthians, foi um dos destaques iniciais, realizando pelo menos três intervenções de alto nível. Aos 28 minutos, ela espalmou um chute perigoso de fora da área. O Brasil chegou a balançar as redes aos 41 minutos com um cabeceio de Tarciane, mas o lance foi invalidado por impedimento milimétrico, confirmado pelo VAR. O intervalo chegou com o placar zerado, mas com a sensação de que o jogo ainda reservava muitas emoções.
A segunda etapa começou com maior intensidade americana. Aos 63 minutos, veio o lance decisivo: Sophia Wilson, de fora da área, soltou um chute potente. A bola desviou na zagueira Isabela e traiu Lorena, que nada pôde fazer. Gol contra e 1 a 0 para os Estados Unidos. O gol abateu o time brasileiro, que passou a demonstrar irritação com as decisões da arbitragem, especialmente em lances de falta e supostas faltas não marcadas.
Foi aí que o jogo descambou para o caos. Aos 68 minutos, Bia Zaneratto recebeu o segundo cartão amarelo por uma falta dura no meio-campo e foi expulsa. Menos de dez minutos depois, Tarciane, uma das mais experientes da defesa, viu o vermelho direto após um lance de cotovelada em uma disputa aérea, gerando revolta nas arquibancadas. Com duas a menos, o Brasil tentava ainda reagir, mas a pressão emocional aumentou.
No final da partida, o cenário piorou drasticamente. Kerolin e Ludmilla foram expulsas por reclamações excessivas e gestos ostensivos contra a árbitra após o apito final. Ao todo, quatro jogadoras brasileiras foram para o chuveiro mais cedo. Ainda pior: o técnico Arthur Elias e três membros da comissão técnica também receberam cartões vermelhos por protestos veementes contra a atuação da equipe de arbitragem. O Brasil terminou o confronto com sérias baixas e sem conseguir criar chances reais de empate ou virada nos minutos finais.
“Foi um jogo muito difícil. Respeitamos a arbitragem, mas hoje várias decisões nos prejudicaram claramente. Não podemos perder o controle, mas é complicado quando sentimos que não estamos sendo tratados com justiça”, declarou Arthur Elias, ainda visivelmente irritado, em entrevista pós-jogo. A capitã Marta, que entrou no segundo tempo e tentou organizar o ataque, foi mais contundente: “Jogamos com o coração, a torcida empurrou o tempo todo, mas o que aconteceu aqui não pode se repetir. Precisamos ser mais frias, mas também exigimos respeito”.
Do lado americano, a treinadora comemorou a vitória e elogiou a disciplina de sua equipe, que não teve nenhuma expulsão. “Sabíamos que seria um jogo quente. O Brasil tem muita qualidade e a torcida é incrível, mas mantivemos o foco e aproveitamos os espaços”, disse. Além do resultado, o alto número de expulsões levanta preocupações para a comissão técnica brasileira. Dependendo das punições do Departamento de Arbitragem, o Brasil pode ficar sem várias peças importantes nos próximos compromissos de preparação. A CBF já sinalizou que vai analisar os lances e, se necessário, entrar com recurso.
Apesar da derrota e da polêmica, o saldo da noite não foi inteiramente negativo. A presença recorde de mais de 55 mil torcedores no Castelão mostrou o crescente interesse do público brasileiro pelo futebol feminino. O apoio constante, mesmo com o placar adverso, emocionou as jogadoras, que foram aplaudidas ao final. Taticamente, o técnico Arthur Elias deve trabalhar a gestão emocional da equipe. O excesso de nervosismo após o gol americano expôs fragilidades que não podem aparecer em 2027. Por outro lado, o desempenho no primeiro tempo e a capacidade de competir de igual para igual contra as atuais campeãs olímpicas reforçam o potencial da geração atual. Com o fim da série de amistosos contra os EUA, a Seleção Feminina volta suas atenções para a agenda de 2026 e o grande objetivo do ano que vem. A Copa do Mundo em casa representa a chance de um marco histórico para o esporte feminino no país. Lições foram aprendidas na dor: talento sozinho não basta. É preciso maturidade, disciplina e controle emocional para superar adversários do calibre dos Estados Unidos.
➯ Amistoso da seleção brasileira visando a Copa do Mundo de 2027, em casa;
➯ Kerolin e Ludmila foram expulsas, por reclamação, quando o jogo já havia terminado;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme dos EUA: Camisa, Calção e Meias Azul-Escuro com Detalhes Amarelos e Branco (Puma);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Estados Unidos (Head to Head: Brazil vs USA) →
❏ Top-3 Maiores Públicos do Castelão em 2026
➯ Brasil 0 x 1 Estados Unidos (amistoso feminino) – 55.744 torcedores
➯ Ceará 1 x 1 Fortaleza (Campeonato Cearense) – 49.240 torcedores
➯ Fortaleza 1 x 2 Vitória (Copa do Nordeste) – 30.042 torcedores
Próximo Jogo Outubro de 2026 Estádio do Maracanã Rio de Janeiro
Brasil Sub-20 vence Chile por 1 a 0 em Santiago e mostra garra em amistoso preparatório
A Seleção Brasileira Masculina Sub-20 estreou com o pé direito na sua série de amistosos contra o Chile. No Estádio Nacional Julio Martínez Prádanos, em Santiago, a equipe comandada pelo técnico Paulo Victor superou os donos da casa por 1 a 0, com gol do zagueiro Arthur Dias, do Athletico-PR, em cobrança de pênalti na segunda etapa. O jogo, disputado no sábado (6), serviu como importante preparação para o Sul-Americano Sub-20, torneio que classifica para o Mundial da categoria. Apesar do placar magro, a vitória fora de casa contra um Chile motivado e aguerrido deixou boas impressões sobre o elenco verde-amarelo.
Domínio chileno no primeiro tempo, reação brasileira no segundo: Os chilenos começaram a partida pressionando alto e dominando a posse de bola, buscando explorar as laterais e o apoio da torcida local. A Seleção Brasileira, por sua vez, apostou na compactação defensiva e em transições rápidas, mas encontrou dificuldades para criar chances claras nos primeiros 45 minutos. O goleiro Kauan, do Palmeiras, foi um dos destaques da etapa inicial, realizando defesas importantes para manter o zero no placar. No intervalo, Paulo Victor ajustou a equipe, cobrando mais intensidade e verticalidade. A mudança surtiu efeito. Aos 26 minutos do segundo tempo, o Brasil foi premiado com um pênalti. O capitão Arthur Dias, zagueiro central de 2007, assumiu a responsabilidade e converteu com frieza, colocando a bola no fundo das redes e garantindo a vitória.
“Foi um gol importante, mas o mais legal foi ver o coletivo funcionando. Defendemos bem e atacamos com inteligência”, comentou Arthur Dias após a partida.
Destaques e projeções: Além do autor do gol, o meio-campo brasileiro se destacou pela capacidade de recuperação de bola, enquanto o ataque mostrou velocidade nas poucas oportunidades criadas. O Chile, mesmo derrotado, deixou uma boa imagem com volume de jogo e organização tática, pressionando até o apito final.Com a vitória, o Brasil soma confiança para o segundo amistoso, marcado para terça-feira (9), também em Santiago, às 18h (horário de Brasília). O duelo de volta será mais uma oportunidade para o técnico testar variações e dar minutagem a jogadores que ainda não tiveram tanto espaço. A campanha de amistosos integra a preparação para o Sul-Americano Sub-20, competição que o Brasil historicamente domina e que serve como trampolim para grandes talentos que brilham na Seleção
➯ Amistoso da seleção brasileira visando a Copa do Mundo Sub 20;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Azul, Calção Branco e Meias Azuis (Nike);
➯ Uniforme do Chile: Camisa Vermelha, Calção Azul e Meias Brancas (Adidas);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Chile (Head to Head: Brazil vs Chile) →
Próximo Jogo 9 de Junho 2026 Estádio Nacional Santiago do Chile