Brasil Perde para a Noruega, em New Jersey, e dá Adeus a Copa do Mundo de 2026
No dia 5 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, o futebol presenciou uma das maiores zebras da história recente das Copas do Mundo. A Noruega, comandada por um inspirado Erling Haaland, venceu o Brasil por 2 a 1 e eliminou a Seleção Brasileira das oitavas de final do torneio. Os gols do artilheiro do Manchester City, nos minutos 79 e 90, selaram a classificação inédita dos noruegueses para as quartas de final, enquanto o Brasil viveu sua eliminação mais precoce em Mundiais desde 1990
Carlo Ancelotti, o técnico brasileiro, escalou uma equipe com Alisson no gol; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos na defesa; Casemiro e Bruno Guimarães no meio; e um ataque com Rayan, Gabriel Martinelli, Vinicius Junior e Matheus Cunha. A Noruega, por sua vez, foi a campo com Orjan Nyland; Ryerson, Kristoffer Ajer, Torbjorn Heggem e David Moller Wolfe na linha defensiva; Patrick Berg e Sander Berge no centro; Alexander Sorloth, Martin Odegaard e Antonio Nusa no apoio; e Haaland como referência absoluta.
O jogo começou com intensidade. Logo aos 3 minutos, a Noruega teve um gol anulado por impedimento de Berg, sinalizando que a defesa brasileira, com uma linha alta, poderia ser vulnerável. Aos 10 minutos, o VAR interveio: Matheus Cunha foi derrubado na área, e o árbitro marcou pênalti para o Brasil. Bruno Guimarães cobrou, mas Nyland defendeu com segurança, mantendo o zero no placar e dando confiança aos europeus.
Durante o primeiro tempo, o Brasil cresceu gradualmente. Vinicius Junior e Martinelli criaram boas oportunidades, mas Nyland se destacou com defesas importantes. Odegaard quase abriu o placar para a Noruega antes do intervalo, mas Alisson evitou o gol. O intervalo chegou com 0 a 0, em uma partida equilibrada, mas com a Noruega mostrando organização tática e eficiência na transição. Durante o primeiro tempo, o Brasil cresceu gradualmente. Vinicius Junior e Martinelli criaram boas oportunidades, mas Nyland se destacou com defesas importantes. Odegaard quase abriu o placar para a Noruega antes do intervalo, mas Alisson evitou o gol. O intervalo chegou com 0 a 0, em uma partida equilibrada, mas com a Noruega mostrando organização tática e eficiência na transição.
O momento decisivo veio aos 79 minutos. Andreas Schjelderup cruzou da esquerda, e Haaland, subindo mais alto que Gabriel Magalhães, cabeceou com precisão para o fundo das redes de Alisson. Era 1 a 0 para a Noruega. O gol abalou o Brasil, que passou a se expor mais em busca do empate. Aos 86 minutos, os brasileiros quase empataram em uma jogada confusa, com Nyland fazendo uma defesa espetacular em uma tentativa de contra-ataque que quase terminou em gol contra de Ajer. Nos acréscimos, aos 90 minutos, Haaland decidiu de vez. Recebendo a bola fora da área, o centroavante disparou um chute rasteiro colocado, sem chances para Alisson. 2 a 0 Noruega. O estádio explodiu com a torcida norueguesa, que via seu país alcançar as quartas de final pela primeira vez na história. Nos minutos finais, Neymar converteu um pênalti aos 90'+10, dando o placar final de 2 a 1, mas era tarde demais para uma reação.
Análise Tática e Desempenho Individual: A vitória norueguesa não foi por acaso. A equipe europeia demonstrou excelente disciplina tática, explorando as costas da defesa brasileira com transições rápidas e bolas longas. Haaland, com seus dois gols, chegou a sete ou oito tentos no torneio (empatando na artilharia com nomes como Mbappé e Messi), confirmando sua condição de um dos melhores jogadores do mundo. Martin Odegaard organizou o meio-campo com maestria, enquanto Nyland foi o herói com pelo menos três defesas decisivas, incluindo o pênalti. Do lado brasileiro, o desempenho foi aquém do esperado. Apesar de momentos de brilho de Vinicius Junior, o time pecou na finalização e na marcação individual, especialmente sobre Haaland. Ancelotti tentou ajustes com as entradas de Endrick e Neymar, mas a falta de entrosamento e a pressão do resultado pesaram. Neymar, em sua provável última partida pela Seleção, saiu emocionado, com lágrimas nos olhos. Após o jogo, o craque anunciou sua aposentadoria da seleção, encerrando uma carreira brilhante com 80 gols pela Canarinho. Essa eliminação marca a quinta vez nas últimas seis Copas em que o Brasil cai diante do primeiro europeu nas fases mata-mata. Historicamente, a Noruega é o único time contra o qual o Brasil nunca venceu (agora com três vitórias e dois empates para os noruegueses). O fantasma de 1998, quando a Noruega venceu o Brasil na fase de grupos, ressurgiu de forma ainda mais dolorosa.
Repercussão e Impacto: No Brasil, a eliminação gerou consternação. Fãs nas ruas de diversas cidades expressaram frustração com o desempenho, questionando a preparação e as escolhas técnicas. Nas redes sociais, o choro de Neymar e a imagem de Haaland celebrando viralizaram. Para a Noruega, foi um dia histórico: um país de 5,4 milhões de habitantes celebra a maior vitória de seu futebol, superando o feito de 1998.Carlo Ancelotti, contratado para trazer estabilidade e títulos, enfrenta agora questionamentos sobre seu futuro. A CBF deve iniciar um processo de reflexão sobre o ciclo da Seleção, que chega a 2026 sem o brilho de outrora, apesar de contar com talentos de elite como Vinicius, Rodrygo (ausente ou pouco influente) e Endrick. A Noruega avança para enfrentar o vencedor de Inglaterra x México nas quartas de final, sonhando alto com uma geração dourada liderada por Haaland e Odegaard. Para o Brasil, restam as lições: a necessidade de maior intensidade, melhor compactação defensiva e eficiência nas finalizações.
Contexto Maior da Copa: Esta Copa de 2026, a primeira com 48 equipes, já entregou surpresas. A eliminação precoce do Brasil contrasta com o bom desempenho de outras favoritas e revela a competitividade crescente do futebol global. Times como Noruega, que se classificaram após anos de ausência, provam que planejamento, investimento em base e estrelas como Haaland podem mudar hierarquias. Enquanto o mundo do futebol digere o resultado, o Brasil volta suas atenções para as Eliminatórias ou amistosos futuros, reconstruindo uma identidade. A dor da eliminação é grande, mas o futebol brasileiro tem tradição de renascimento. Desta vez, porém, a lição vem de um adversário pouco tradicional, reforçando que, em um Mundial, nenhum jogo é ganho antes da bola rolar.A partida no MetLife ficará marcada como o dia em que a Noruega escreveu seu nome na história e o Brasil lamentou mais uma saída precoce. Haaland, com seu brace implacável, foi o algoz. O futebol, mais uma vez, provou sua imprevisibilidade e magia.
➯ Com esse resultado o Brasil foi eliminado do restante da Copa do Mundo (pela 6ª vez seguida)
➯ Melhor Jogador da Partida (Superior Player of The Match): Erling Haaland, da Noruega;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme da Noruega: Camisa Vermelha, Calção Branco e Meias Azul-Marinho (Nike);
➯ Ranking da FIFA: Brasil é o 6º (com 1.765,86) e a Noruega o 31º (com 1.557,44 pontos);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Noruega (Head to Head: Brazil vs Norway) →
Seleção Brasileira Vence Japão e Avança as Oitavas de Final da Copa do Mundo 2026
A vitória da seleção brasileira sobre o Japão por 2 a 1, na fase de 16 avos de final da Copa do Mundo FIFA 2026, foi marcada por intensidade, equilíbrio e momentos de pura emoção. O resultado garantiu ao Brasil a vaga nas oitavas de final, reafirmando sua tradição de protagonismo em torneios mundiais e mostrando a força de um elenco que, mesmo diante de adversidades, soube se impor. O confronto entre Brasil e Japão foi disputado em um clima de grande expectativa. O Brasil vinha de uma fase de grupos sólida, mas enfrentava um adversário conhecido por sua disciplina tática e velocidade. O Japão, por sua vez, buscava surpreender e repetir campanhas históricas em Copas anteriores, apostando em transições rápidas e na organização defensiva.
Primeiro Tempo - Equilíbrio e Estudo: Nos primeiros minutos, o Japão mostrou personalidade, pressionando a saída de bola brasileira e explorando o lado direito com triangulações rápidas. O Brasil, por sua vez, manteve a posse, mas encontrou dificuldades para furar o bloqueio defensivo adversári. O Japão surpreendeu logo no início, aproveitando uma falha defensiva para abrir o placar com Kaishū Sano, aos 28' minutos. O Brasil tentou reagir, mas encontrou dificuldades para furar a marcação compacta dos japoneses. Apesar de algumas boas investidas de Vinícius Júnior, a seleção brasileira não conseguiu empatar antes do intervalo. O primeiro tempo terminou com o Japão em vantagem: 1 a 0.
Segundo Tempo - Pressão e Virada: Na volta para o segundo tempo, o Brasil se reorganizou e passou a pressionar mais. O empate veio com Casemiro, que aproveitou uma bola levantada na área, de Gabriel Magalhães, e finalizou com firmeza, devolvendo o ânimo à equipe.A virada aconteceu: Gabriel Martinelli, dentro da área, recebeu um passe preciso de Bruno Guimarães e bateu forte para colocar o Brasil na frente. O gol foi aos 49' minutos do 2 tempo. O gol incendiou a torcida e deu tranquilidade para o time administrar o resultado.Nos minutos finais, o Japão ainda tentou reagir, mas a defesa brasileira se manteve sólida e garantiu a vitória por 2 a 1, classificando a seleção para as oitavas de final.
Análise Tática: O Brasil mostrou versatilidade ao se adaptar ao estilo de jogo japonês. No primeiro tempo, sofreu com a marcação alta, mas soube ajustar sua postura. A entrada de jogadores mais dinâmicos no meio-campo foi determinante para equilibrar a partida e criar espaços. O Japão, por sua vez, demonstrou organização e disciplina, mas pecou na transição defensiva após o segundo gol brasileiro. A tentativa de buscar o empate deixou brechas que o Brasil soube explorar para controlar o ritmo até o apito final.
Impacto da Vitória: A classificação às oitavas de final reforça a confiança da seleção brasileira e mantém viva a esperança de conquistar mais um título mundial. O triunfo sobre o Japão não foi apenas uma vitória técnica, mas também psicológica, mostrando a capacidade da equipe de reagir diante de adversidades. Para o Japão, a derrota representa o fim da campanha, mas deixa uma imagem positiva: uma seleção que competiu de igual para igual e que segue evoluindo no cenário internacional.
Conclusão: O Brasil venceu o Japão por 2 a 1 em um jogo marcado pela emoção, pela superação e pela força coletiva. A seleção mostrou maturidade ao reagir após sofrer o gol inicial e soube aproveitar os momentos decisivos para garantir a vitória. Agora, nas oitavas de final, o desafio será ainda maior, mas o desempenho contra o Japão deixa claro que o Brasil está preparado para seguir em busca da glória mundial.
➯ Com esse resultado o Brasil avançou as Oitavas de Final e espera por: Noruega x Costa do Marfim;
➯ Melhor Jogador da Partida (Superior Player of The Match): Casemiro, do Brasil;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme do Japão: Camisa Branca, Calção e Meias Pretas (Adidas);
➯ Ranking da FIFA: Brasil é o 5º (com 1.785,19) e o Japão o 17º (com 1.673,68 pontos);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Japão (Head to Head: Brazil vs Japan) →
Próximo Jogo 5 de Julho 2026 MetLife Stadium East Rutherford
Seleção Brasileira Vence Escócia, em Miami, Termina a Primeira Fase como Líder em Seu Grupo e Neymar Faz sua Estreia na Copa do Mundo 2026
No Hard Rock Stadium, em Miami, nesta quarta-feira (24 de junho de 2026), a Seleção Brasileira viveu sua melhor noite na Copa do Mundo até o momento. Comandada por Carlo Ancelotti, a equipe verde e amarela venceu a Escócia por 3 a 0, com dois gols de Vinícius Júnior no primeiro tempo e um de Matheus Cunha na etapa complementar. Com o resultado, o Brasil terminou a fase de grupos na liderança do Grupo C, com sete pontos (duas vitórias e um empate), e garantiu vaga no mata-mata com moral elevado. A partida também marcou a tão aguardada estreia de Neymar Jr. no Mundial. O jogo foi marcado por superioridade técnica brasileira, intensidade no ataque e uma atuação segura da defesa. A Escócia, que precisava de um resultado positivo para sonhar com a classificação, saiu de campo sem conseguir ameaçar seriamente o gol de Alisson e com suas esperanças de avanço praticamente encerradas.
Primeiro Tempo: Domínio absoluto e brilho de Vini Jr.: O Brasil começou a partida com intensidade alta, impondo seu ritmo desde os minutos iniciais. Ancelotti optou por uma escalação com algumas mudanças em relação aos jogos anteriores, incluindo a entrada de Rayan na vaga de Raphinha, lesionado. O time mostrou compactação, boa circulação de bola e explorações rápidas pelos lados, especialmente com Vinícius Júnior pela esquerda. Aos 7 minutos, veio o primeiro gol. Rayan Vítor pressionou a saída de bola do zagueiro Scott McKenna, a bola sobrou para Vinícius Júnior, que driblou o goleiro Angus Gunn e empurrou a bola para o gol escocês. O gol abriu o placar cedo e permitiu ao Brasil controlar o jogo com mais tranquilidade. A torcida brasileira presente no estádio explodiu em comemorações, sentindo que a noite seria especial.
A Escócia tentava reagir com bolas longas e jogadas pelo lado direito, mas a defesa brasileira, bem postada com Gabriel Magalhães e Marquinhos, neutralizava as investidas sem grandes dificuldades. O meio-campo comandado por Casemiro e Bruno Guimarães dominava as ações, recuperando bolas e distribuindo com qualidade. O segundo gol veio nos acréscimos do primeiro tempo, aos 45'+3. Novamente Vinícius Júnior foi o protagonista. Aos 21' minutos Vinícius ganhou uma bola do zagueiro Jack Hendry invadiu a área e tocou por baixo das pernas do goleiro escocês fazendo dois a zero. Mas o VAR chamou o árbitro que anulou o gol brasileiro alegando falta de Vinicius Jr (que não houve). Já aos 46' minutos Bruno Guimarães cruzou, na área, e Vinicius Jr. caceceou para o gol fazendo dois a zero. Foi o quarto gol de Vini no torneio, consolidando-o como um dos artilheiros da competição e principal destaque da Seleção. O primeiro tempo terminou com o Brasil dominando as estatísticas: maior posse de bola, mais finalizações e clara superioridade. A Escócia mal chegava ao ataque organizado.
Segundo Tempo: Administração, gol de Cunha e a entrada histórica de Neymar: No retorno do intervalo, a Escócia tentou se lançar mais ao ataque em busca de uma reação, mas o Brasil seguia controlando as ações. Aos 15 minutos (60' do jogo), o terceiro gol sacramentou a vitória. Casemiro iniciou a jogada no meio, Bruno Guimarães deu um passe preciso e Matheus Cunha, bem posicionado, finalizou rasteiro para o fundo das redes. Foi o gol que definiu o 3 a 0 e permitiu ao Brasil relaxar e gerir o resultado. Com o placar confortável, Ancelotti promoveu mudanças. Aos 31 minutos do segundo tempo, o momento mais emocionante da noite: Neymar Jr. entrou em campo, substituindo Matheus Cunha. O estádio veio abaixo com os gritos de “Neymar, Neymar”. Recuperado de lesão na panturrilha, o camisa 10 fazia sua estreia na Copa do Mundo 2026, tornando-se o primeiro brasileiro a disputar quatro Mundiais com a camisa 10.
Neymar entrou com vontade, buscando participar das jogadas e criar espaços. Nos minutos finais, ele atuou mais centralizado, trocando passes com Endrick (que também entrou) e Vinícius. Embora não tenha marcado ou dado assistência, sua presença elevou o moral do time e da torcida. Ele mostrou mobilidade, toques de qualidade e fome de jogo, deixando boas impressões para os confrontos do mata-mata. A torcida brasileira vibrou a cada toque seu. Nos minutos finais, a Escócia ainda tentou pressionar em escanteios e bolas paradas, com Alisson fazendo defesas importantes, mas o Brasil administrou bem o resultado. O apito final confirmou a goleada e a liderança do grupo.
Análise geral e perspectivas: A vitória por 3 a 0 representa um marco importante para o Brasil nesta Copa. Após o empate na estreia contra Marrocos e a vitória suada contra o Haiti, o time mostrou evolução coletiva, com Vini Jr. no auge, meio-campo sólido e ataque versátil. A estreia de Neymar adiciona experiência e criatividade para as fases eliminatórias. A Escócia sai de cabeça erguida pela luta, mas sem pontos suficientes para avançar. O Brasil agora se prepara para o mata-mata, onde enfrentará um adversário do Grupo F (provavelmente Japão ou Suécia), com confiança renovada. Essa partida ficará marcada não só pelos gols e pela liderança, mas pelo retorno de um ídolo. Neymar está de volta, e o sonho do hexa ganha mais força. O Brasil segue vivo e sonhando alto em solo americano.
➯ Com esse resultado o Brasil terminou a primeira fase em primeiro lugar em seu grupo;
➯ Melhor Jogador da Partida (Superior Player of The Match): Vinícius Jr, do Brasil;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Branco e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme da Escócia: Camisa, Calção e Meias Azul-Marinho (Adidas);
➯ Ranking da FIFA: Brasil é o 5º (com 1.765,86) e a Escócia o 41º (com 1.503,34 pontos);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Escócia (Head to Head: Brazil vs Scotland) →
Classificação Grupo C
P
Seleção (Técnico)
Pts
Jgs
Vit
Emp
Der
GP
GC
SG
Situação
1º
|Brasil (Carlo Ancelotti-ITA)
7
3
2
1
0
7
1
6
Classificado
2º
|Marrocos (Mohamed Ouahbi)
7
3
2
1
0
6
3
3
Classificado
3º
|Escócia (Steve Clarke)
3
3
1
0
2
1
4
-3
Na Disputa
4º
|Haiti (Sébastien Migné)
0
3
0
0
3
2
8
-6
Eliminado
• Regulamento: Os dois melhores, de cada grupo, e mais os 8 melhores terceiros colocados avançam para a próxima fase da Copa do Mundo (1/16 avos); • Fonte de Pesquisa: Fédération Internationale de Football Association (FIFA)
Próximo Jogo 29 de Junho 2026 NRG Stadium Houston, Texas