Brasil Empata com Argentina na Arena Pernambuco Após Abrir Dois Gols de Vantagem
A Seleção Brasileira Feminina empatou por 2 a 2 com a Argentina na noite de 13 de outubro de 2026, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata. Diante de 29.444 torcedores, o Brasil chegou a abrir dois gols de vantagem ainda no primeiro tempo, mas viu as argentinas reagirem e buscarem a igualdade em um amistoso bastante movimentado. A renda da partida foi de R$ 843.165,00.
A equipe comandada por Arthur Elias começou o jogo impondo seu ritmo e aproveitando o apoio da torcida para assumir o controle das ações. O primeiro gol brasileiro saiu aos 12 minutos da etapa inicial, quando Bia Zaneratto concluiu com precisão e colocou a Seleção em vantagem. Pouco depois, aos 27 minutos, foi a vez de Gio Garbelini ampliar, consolidando a superioridade brasileira naquele momento da partida. Com a desvantagem de dois gols, a Argentina não se intimidou e passou a explorar melhor os espaços. A reação começou aos 34 minutos do primeiro tempo, quando Falfán marcou e diminuiu a diferença. O gol recolocou a equipe argentina no confronto e levou a partida para o intervalo em aberto.
Na volta para o segundo tempo, a seleção visitante manteve a postura agressiva e alcançou o empate logo aos sete minutos. Após lance dentro da área, a arbitragem assinalou pênalti, convertido por Bonsegundo, que deixou tudo igual em Pernambuco.
O cenário parecia favorável para uma nova pressão brasileira quando a Argentina teve Sofía Domínguez expulsa aos 12 minutos da etapa final. Com uma jogadora a mais durante boa parte do segundo tempo, o Brasil tentou retomar a vantagem e passou a ocupar mais o campo ofensivo. Apesar das investidas e da busca pela vitória, a equipe brasileira encontrou dificuldades para transformar a superioridade numérica em oportunidades claras de gol.
A Argentina, por sua vez, mostrou organização defensiva e conseguiu administrar o resultado até o apito final, garantindo o empate fora de casa. O confronto também evidenciou a capacidade de reação da equipe argentina, que superou um início desfavorável e resistiu à pressão após a expulsão. A partida teve arbitragem mexicana liderada por Erica Monserrat González Nevárez e foi marcada pelo equilíbrio entre os dois tempos: domínio brasileiro na primeira etapa e forte recuperação argentina no decorrer do confronto.
Ao final dos 90 minutos, o placar de 2 a 2 refletiu um amistoso competitivo e de alto nível, encerrado sob aplausos do público presente na Arena de Pernambuco. Para o Brasil, o resultado serviu como mais um teste importante dentro do trabalho de preparação conduzido por Arthur Elias, enquanto a Argentina deixou Recife com a certeza de que soube reagir nos momentos decisivos da partida.
➯ Amistoso de preparação do Brasil visando a Copa do Mundo que será realizada no Brasil, em 2027;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme da Argentina: Camisa Azul-Marinho, Calção Branco e Meias Azul-Marinho (Adidas);
➯ Ranking da FIFA: Brasil (7º) com 1.970,87 e a Argentina (30ª) com 1.689,16 pontos
Brasil vence a Argentina por 3 a 1 diante de grande público no Beira-Rio
A Seleção Brasileira Feminina derrotou a Argentina por 3 a 1 na noite deste sábado (10), no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, em amistoso internacional disputado durante a Data FIFA. Com boa atuação coletiva e apoio de mais de 28 mil torcedores, o Brasil confirmou sua superioridade e construiu a vitória com gols de Luany, Geyse e Angelina. A argentina Maricel Pereyra descontou para as visitantes. O duelo reuniu 28.386 espectadores e gerou renda de R$ 1.579.000,00.
Desde os primeiros minutos, a equipe comandada pelo Brasil assumiu o controle das ações ofensivas, buscando pressionar a saída de bola argentina e explorando a velocidade pelas pontas. A superioridade brasileira se refletiu no placar ainda na etapa inicial, quando Luany aproveitou uma boa oportunidade para abrir o marcador e colocar a Seleção em vantagem. Embalado pelo apoio da torcida, o Brasil manteve o ritmo após o intervalo. Com maior posse de bola e ocupando o campo adversário, a equipe criou novas chances até ampliar a vantagem. Geyse mostrou oportunismo na área para marcar o segundo gol brasileiro, aumentando a tranquilidade da equipe na partida.
A Argentina encontrou dificuldades para desenvolver seu jogo durante grande parte do confronto, mas conseguiu reagir em um momento de desatenção defensiva das brasileiras. Maricel Pereyra aproveitou a oportunidade para diminuir a diferença e recolocar as visitantes no jogo, levando algum suspense aos minutos finais. Entretanto, a resposta brasileira veio rapidamente. Demonstrando controle emocional e organização tática, a Seleção voltou a dominar as ações e chegou ao terceiro gol por intermédio de Angelina, que decretou o placar final de 3 a 1 e confirmou a vitória diante do público gaúcho.
Nos acréscimos da partida, um lance mais duro acabou gerando a principal intervenção da arbitragem de vídeo. Após revisão do VAR, a argentina Agustina Vargas foi expulsa, encerrando a partida com a equipe visitante em inferioridade numérica. A condução do jogo ficou a cargo da equipe mexicana de arbitragem liderada por Erica Montserrat, auxiliada por María Fernanda e Aranza Aguilar. O VAR foi comandado por Lizzet Amairany.
Além do resultado positivo, a partida ficou marcada pela expressiva presença de torcedores no Beira-Rio. O público de 28.386 pessoas representou uma das maiores marcas já registradas em jogos do futebol feminino no Rio Grande do Sul, evidenciando o crescimento da modalidade e o fortalecimento da conexão entre a Seleção Brasileira Feminina e seus torcedores. Com o triunfo sobre sua tradicional rival sul-americana, o Brasil encerrou mais um compromisso preparatório com saldo positivo, reforçando a evolução da equipe e oferecendo boas perspectivas para os próximos desafios internacionais.
➯ Amistoso de preparação do Brasil visando a Copa do Mundo que será realizada no Brasil, em 2027;
➯ Agustina Vargas recebeu cartão vermelho, direto, após atingir o rosto de Clarinha com o pé;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme da Argentina: Camisa Azul-Marinho, Calção Branco e Meias Azul-Marinho (Adidas);
➯ Ranking da FIFA: Brasil (7º) com 1.976,81 e a Argentina (30ª) com 1.682,92 pontos
Brasil Feminino cai diante dos EUA por 1 a 0 em Fortaleza: jogo histórico vira palco de polêmica com múltiplas expulsões
Fortaleza, 10 de junho de 2026 – Em uma noite que prometia ser de festa no Castelão, a Seleção Brasileira Feminina sofreu sua primeira derrota na série de amistosos contra os Estados Unidos. Diante de mais de 55 mil torcedores que lotaram o estádio, o Brasil foi superado por 1 a 0, com um gol contra de Isabela aos 63 minutos. O que deveria ser um teste de alto nível contra uma das maiores potências do mundo transformou-se em um confronto marcado por tensão extrema, decisões polêmicas da arbitragem e uma avalanche de expulsões que desestabilizou completamente a equipe verde-amarela.
O clássico entre Brasil e Estados Unidos sempre carrega grande rivalidade. As americanas são tetracampeãs mundiais e seguem como referência no futebol feminino, enquanto o Brasil, dono da casa na Copa do Mundo Feminina de 2027, busca consolidar seu crescimento e chegar ao torneio como uma das favoritas. Depois da vitória brasileira por 2 a 1 no primeiro amistoso, em São Paulo, o segundo duelo em Fortaleza era visto como oportunidade de ouro para medir forças em condições adversas.
Desde o apito inicial, comandado pela uruguaia Paola Cebollada López, o jogo mostrou-se físico e truncado. No primeiro tempo, o Brasil teve ligeira superioridade na posse de bola, rondando os 58%, e criou as melhores chances. Marta, que iniciou no banco e entrou no intervalo, foi ovacionada pela torcida ao aquecer na beira do campo. Kerolin e Ludmilla pressionavam a defesa americana, enquanto Bia Zaneratto tentava articular o meio-campo. Do outro lado, as EUA apostavam em transições rápidas e na velocidade de suas atacantes, exigindo atenção constante da zaga brasileira formada por Tarciane e companhia.
A goleira Lorena, do Corinthians, foi um dos destaques iniciais, realizando pelo menos três intervenções de alto nível. Aos 28 minutos, ela espalmou um chute perigoso de fora da área. O Brasil chegou a balançar as redes aos 41 minutos com um cabeceio de Tarciane, mas o lance foi invalidado por impedimento milimétrico, confirmado pelo VAR. O intervalo chegou com o placar zerado, mas com a sensação de que o jogo ainda reservava muitas emoções.
A segunda etapa começou com maior intensidade americana. Aos 63 minutos, veio o lance decisivo: Sophia Wilson, de fora da área, soltou um chute potente. A bola desviou na zagueira Isabela e traiu Lorena, que nada pôde fazer. Gol contra e 1 a 0 para os Estados Unidos. O gol abateu o time brasileiro, que passou a demonstrar irritação com as decisões da arbitragem, especialmente em lances de falta e supostas faltas não marcadas.
Foi aí que o jogo descambou para o caos. Aos 68 minutos, Bia Zaneratto recebeu o segundo cartão amarelo por uma falta dura no meio-campo e foi expulsa. Menos de dez minutos depois, Tarciane, uma das mais experientes da defesa, viu o vermelho direto após um lance de cotovelada em uma disputa aérea, gerando revolta nas arquibancadas. Com duas a menos, o Brasil tentava ainda reagir, mas a pressão emocional aumentou.
No final da partida, o cenário piorou drasticamente. Kerolin e Ludmilla foram expulsas por reclamações excessivas e gestos ostensivos contra a árbitra após o apito final. Ao todo, quatro jogadoras brasileiras foram para o chuveiro mais cedo. Ainda pior: o técnico Arthur Elias e três membros da comissão técnica também receberam cartões vermelhos por protestos veementes contra a atuação da equipe de arbitragem. O Brasil terminou o confronto com sérias baixas e sem conseguir criar chances reais de empate ou virada nos minutos finais.
“Foi um jogo muito difícil. Respeitamos a arbitragem, mas hoje várias decisões nos prejudicaram claramente. Não podemos perder o controle, mas é complicado quando sentimos que não estamos sendo tratados com justiça”, declarou Arthur Elias, ainda visivelmente irritado, em entrevista pós-jogo. A capitã Marta, que entrou no segundo tempo e tentou organizar o ataque, foi mais contundente: “Jogamos com o coração, a torcida empurrou o tempo todo, mas o que aconteceu aqui não pode se repetir. Precisamos ser mais frias, mas também exigimos respeito”.
Do lado americano, a treinadora comemorou a vitória e elogiou a disciplina de sua equipe, que não teve nenhuma expulsão. “Sabíamos que seria um jogo quente. O Brasil tem muita qualidade e a torcida é incrível, mas mantivemos o foco e aproveitamos os espaços”, disse. Além do resultado, o alto número de expulsões levanta preocupações para a comissão técnica brasileira. Dependendo das punições do Departamento de Arbitragem, o Brasil pode ficar sem várias peças importantes nos próximos compromissos de preparação. A CBF já sinalizou que vai analisar os lances e, se necessário, entrar com recurso.
Apesar da derrota e da polêmica, o saldo da noite não foi inteiramente negativo. A presença recorde de mais de 55 mil torcedores no Castelão mostrou o crescente interesse do público brasileiro pelo futebol feminino. O apoio constante, mesmo com o placar adverso, emocionou as jogadoras, que foram aplaudidas ao final. Taticamente, o técnico Arthur Elias deve trabalhar a gestão emocional da equipe. O excesso de nervosismo após o gol americano expôs fragilidades que não podem aparecer em 2027. Por outro lado, o desempenho no primeiro tempo e a capacidade de competir de igual para igual contra as atuais campeãs olímpicas reforçam o potencial da geração atual. Com o fim da série de amistosos contra os EUA, a Seleção Feminina volta suas atenções para a agenda de 2026 e o grande objetivo do ano que vem. A Copa do Mundo em casa representa a chance de um marco histórico para o esporte feminino no país. Lições foram aprendidas na dor: talento sozinho não basta. É preciso maturidade, disciplina e controle emocional para superar adversários do calibre dos Estados Unidos.
➯ Amistoso da seleção brasileira visando a Copa do Mundo de 2027, em casa;
➯ Kerolin e Ludmila foram expulsas, por reclamação, quando o jogo já havia terminado;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme dos EUA: Camisa, Calção e Meias Azul-Escuro com Detalhes Amarelos e Branco (Puma);
❏ Todos os Jogos: Brasil x Estados Unidos (Head to Head: Brazil vs USA) →
❏ Top-3 Maiores Públicos do Castelão em 2026
➯ Brasil 0 x 1 Estados Unidos (amistoso feminino) – 55.744 torcedores
➯ Ceará 1 x 1 Fortaleza (Campeonato Cearense) – 49.240 torcedores
➯ Fortaleza 1 x 2 Vitória (Copa do Nordeste) – 30.042 torcedores