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Brasil Vence Paraguai nos Pênaltis e Sagra-se Tetracampeão da Liga Evolução

Seleção Brasileira

Brasil Vence Paraguai, nos Pênaltis e sagra-se Tetracampeão da Conmebol Liga Evolución

No dia 20 de setembro de 2026, a Seleção Brasileira Sub-15 escreveu mais um capítulo de glória em sua história ao vencer o Paraguai nos pênaltis, após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, e conquistar o título da Liga Evolução Sub-15 da CONMEBOL. A seguir, um artigo detalhado sobre a partida e sua importância.

Contexto: A Liga Evolução Sub-15 é uma competição organizada pela CONMEBOL, voltada para o desenvolvimento das categorias de base. Brasil e Paraguai chegaram à decisão após campanhas sólidas, demonstrando equilíbrio técnico e intensidade. A final foi marcada por grande expectativa, já que o Brasil buscava confirmar sua hegemonia na categoria e o Paraguai tentava surpreender.

Primeiro Tempo: O Brasil iniciou a partida com postura ofensiva, buscando controlar a posse de bola e pressionar a saída paraguaia. O Paraguai, por sua vez, mostrou organização defensiva e apostou em contra-ataques rápidos. Apesar das chances criadas, o placar permaneceu zerado até o intervalo.

Segundo Tempo: O equilíbrio seguiu presente, mas o Paraguai abriu o marcador em jogada bem trabalhada, aproveitando falha defensiva brasileira. A Seleção Brasileira não se abateu e respondeu com intensidade, chegando ao empate em 1 a 1 após bela finalização. Nos minutos finais, ambas as equipes tiveram oportunidades, mas o placar não se alterou.

Decisão por Pênaltis: Com o empate no tempo regulamentar, a decisão foi para as penalidades. O Brasil mostrou frieza e eficiência, convertendo suas cobranças com segurança. O goleiro brasileiro foi decisivo ao defender uma cobrança paraguaia, garantindo a vantagem. Resultado final: vitória brasileira nos pênaltis e título conquistado.

Significado da Conquista: O triunfo reforça a força da base brasileira e a capacidade de formar atletas preparados para desafios internacionais. A vitória sobre o Paraguai confirma o bicampeonato da competição, consolidando o Brasil como referência na categoria. Além do título, o torneio proporcionou experiência valiosa para jovens talentos que podem futuramente integrar seleções principais.

Perspectivas Futuras: A conquista serve como motivação para os próximos torneios de base da CONMEBOL e da FIFA. O desempenho da Seleção Sub-15 evidencia o trabalho consistente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na formação de atletas. O título é um passo importante para manter o Brasil competitivo em todas as categorias.

Conclusão: A vitória do Brasil sobre o Paraguai na final da Liga Evolução Sub-15 2026 não foi apenas mais um troféu para a galeria. Foi a confirmação de que o futuro do futebol brasileiro segue promissor, com jovens talentos prontos para honrar a tradição da camisa verde e amarela.

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0 1º TEMPO - 45' Min 0
1 2º TEMPO - 45' Min 1
1 Final - 90' Min 1
6 Pênaltis 7
Acervo Futebol da Seleção by @pnlopes
• Data: 20 de setembro de 2026 - Domingo Horário: 11:00 hs (de Brasília)
• Competição: Liga Evolución Conmebol Sub 15 Fase: Final - Jogo Único
• Estádio: Parque Guasú Metropolitano Local: Luque (Paraguai)
• Público: Não Informado Renda: Não Divulgada
• Árbitro: Alejandro Sánchez (Colômbia) Quarto Árbitro: Yormám Madrid (Venezuela)
Paraguai ✧ Paraguay U15
Brasil ✧ Brazil U15
01 |Ruben Calderón (gk) {Federação Paraguaia}
01 |Arthur Lourenço © {SC Internacional}
02 |Bruno Escobar © {Federação Paraguaia}
13 |Pietro Gomes {Atlético Mineiro}
03 |Ángel Esteche {Federação Paraguaia}
03 |Valmir Ribeiro {CR Flamengo}
13 |Dexter Acosta {Federação Paraguaia} 74'
04 |Sandro Silva {EC Vitória}
16 |Ronald González {Federação Paraguaia} 78'
16 |Gabriel Leite {SE Palmeiras}
05 |Fernando Jacquet {Federação Paraguaia}
05 |Lucas Jorge {São Paulo FC} 59'
06 |Dandy Amarilla {Federação Paraguaia}
08 |Diego Bento {CR Vasco da Gama} 77'
17 |Axel Cabo De Vila {Federação Paraguaia}
20 |Gabriel Keven {Grêmio FBPA} 59'
18 |Éver Corrales {Federação Paraguaia}
11 |Kauã Lucas {CR Flamengo}
09 |Kevin Cardozo {Federação Paraguaia} 41'
09 |Samuell Oliveira {Fluminense FC} 59'
20 |Alejandro Encina {Federação Paraguaia} 72'
07 |Isaac Alves {Santos FC} 41'
DT: Wilfrido Bazán 4-3-3
DT: Guilherme Dalla Déa 4-3-3
11 |Juan Maciel {Federação Paraguaia} 41'
17 |Gabriel Bueno {SE Palmeiras} 41'
14 |Sebastián Ramos {Federação Paraguaia} 72'
10 |Brener Paulino {SC Internacional} 59'
07 |Santiago Galeano {Federação Paraguaia} 74'
15 |Lucas Splichal {SC Corinthians Pta} 59'
04 |Facundo Galeano {Federação Paraguaia} 78'
19 |Kelvin Araújo {SC Internacional} 59'
# |
02 |Enzo Costa {SE Palmeiras} 77'
Nos 90' Minutos Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final PARAGUAI BRASIL
0 x 0 1 x 1 1 x 1 # # # 6 7
Cartão Amarelo Cartão Vermelho Gols a Favor Gols Contra © Capitão
Cautions | Advertências | Sent Off
04' min Isaac Alves
Éver Corrales 66' min
82' min Lucas Splichal
Goles | Gols | Goals
12'/2º Ever Corrales (Pen) 1 x 0
1 x 1 Kelvin Araújo 19'/2º
Penales | Pênaltis | Penalties
(1-0) Ever Corrales 1 x 1 Kauã Lucas (1-1)
(2-1) Dandy Amarilla 2 x 2 Gabriel Leite (2-2)
(X-X) Juan Maciel 2 x 3 Brener Paulino (3-2)
(3-3) Ángel Esteche 3 x 3 Sandro Silva (X-X)
(4-3) Santiago Galeano 4 x 4 Lucas Splichal (4-4)
(5-4) Axel Cabo De Vila 5 x 5 Gabriel Bueno (5-5)
(6-5) Fernando Jacquet 6 x 6 Valmir Ribeiro (6-6)
(X-X) Facundo Galeano 6 x 7 Enzo Costa (7-6)

➯ Nos 80 minutos terminou 1 x 1. Não houve prorrogação. Nos pênaltis o Brasil venceu por 7 x 6;
➯ O goleiro Arthur Lourenço defendeu os pênaltis cobrados por Juan Maciel e Facundo Galeano;
➯ Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
➯ Uniforme do Paraguai: Camisa listrada Branco-Vermelho, Calção Branco e Meias Azuis;
➯ Todos os Jogos: Brasil x Paraguai (Head to Head: Brazil vs Paraguay) →

Brasil Vence Canadá e é Campeão do Torneio FIFA Series 2026


Seleção Brasileira Feminina conquista título inédito da FIFA Series com vitória heroica por 1 a 0 sobre o Canadá

Na noite de 18 de abril de 2026, a Arena Pantanal, em Cuiabá (MT), foi palco de um momento histórico para o futebol brasileiro feminino. Diante de uma torcida apaixonada e sob o calor característico da capital mato-grossense, a Seleção Brasileira derrotou o Canadá por 1 a 0 e sagrou-se campeã da FIFA Series 2026 com 100% de aproveitamento. O gol solitário, marcado por Aline Gomes aos dois minutos do segundo tempo, não apenas decidiu o confronto final, mas coroou uma campanha impecável da equipe comandada pelo técnico Arthur Elias. Foi o primeiro título da história da competição para o Brasil, que superou adversidades, incluindo uma expulsão no decorrer da partida, demonstrando maturidade tática e garra coletiva.

A FIFA Series, iniciativa da FIFA para promover amistosos de alto nível entre seleções de diferentes confederações, ganhou ainda mais relevância nesta edição de 2026. Realizada em Cuiabá, a etapa brasileira reuniu Brasil (anfitriã, CONMEBOL), Canadá (CONCACAF), Coreia do Sul (AFC) e Zâmbia (CAF). O formato, com jogos em turno único, permitiu confrontos inéditos ou pouco frequentes, servindo como excelente preparação para os ciclos futuros, especialmente com a Copa do Mundo Feminina de 2027 programada para o Brasil. Para a Canarinha, o torneio representou oportunidade de consolidar o trabalho de Elias, que assumiu o comando em 2024 e vem construindo uma equipe mais organizada, ofensiva e resiliente.

Antes da decisão contra o Canadá, o Brasil já havia mostrado sua superioridade. Na estreia, goleou a Coreia do Sul por 5 a 1, com gols de Ary Borges, Ludmila, Dudinha, Kerolin e Tainá Maranhão. Em seguida, aplicou 6 a 1 na Zâmbia, com tentos de Yasmim, Tainá Maranhão (novamente), Angelina, Raíssa Bahia, Kerolin e Vitória Calhau. Foram 11 gols marcados e apenas dois sofridos nas duas primeiras rodadas, garantindo seis pontos e o melhor saldo de gols (+9). O Canadá, por sua vez, também somava seis pontos, com vitórias convincentes, mas o saldo inferior (+6) colocava as brasileiras em vantagem no critério de desempate. A final, portanto, era uma verdadeira decisão: quem vencesse, ou mesmo empatasse com vantagem no saldo, levaria o troféu inédito.

O técnico Arthur Elias escalou o time titular com Letícia (Lelê) no gol; Isa Haas, Lauren e Thaís Ferreira na defesa; Aline Gomes, Ary Borges, Duda Sampaio e Tainá Maranhão no meio-campo; e Kerolin, Ludmila e Dudinha no ataque. Uma formação 4-3-3 equilibrada, que priorizava a posse de bola e transições rápidas pelos flancos. Do lado canadense, a treinadora Casey Stoney optou por Kailen Sheridan na meta; Riviere, Buchanan, Gilles e Beckie Sonis na linha defensiva; Regan, Fleming e Awujo no meio; e Lacasse, Smith e Viens no ataque. O Canadá, vice-campeão olímpico em Tóquio-2020 e nona no ranking FIFA, chegava como grande teste de fogo.

O primeiro tempo foi de amplo domínio brasileiro, mas sem a conversão em gols. A Seleção criou pelo menos quatro grandes oportunidades. Aos 21 minutos, Dudinha limpou a marcação pela esquerda e finalizou com perigo; Sheridan defendeu, e no rebote Kerolin arriscou, com Janine Sonis salvando em cima da linha. Na cobrança de escanteio seguinte, Lauren cabeceou no travessão. Dudinha, novamente protagonista, serviu Ludmila, que dividiu com a zaga e rolou para Kerolin. A bola sobrou para Duda Sampaio, cujo chute passou perto. O ápice da pressão veio quando Ludmila disparou em velocidade, saiu cara a cara com Sheridan e finalizou mal, desperdiçando o que seria um golaço. O Brasil teve 54,7% de posse de bola, 23 finalizações (oito no alvo) contra seis do Canadá (duas no alvo), e Sheridan foi a grande responsável por manter o 0 a 0, com seis defesas no total. O Canadá pouco ameaçou, limitando-se a contra-ataques esporádicos.

O segundo tempocomeçou eletrizante. Logo aos 47 minutos (dois do segundo tempo), o gol que mudou o jogo. Em jogada de meio-campo, a bola sobrou dentro da área para Aline Gomes, que, de pé direito, fuzilou sem chance para Sheridan: 1 a 0. Era o primeiro gol da atacante pela Seleção Brasileira em 11 jogos com a amarelinha. Aline, revelação da Ferroviária, com passagens pelo North Carolina Courage (EUA) e atualmente no Pachuca (México), completava sua terceira convocação seguida e transformava em rede o que vinha sendo uma campanha sólida. A torcida explodiu na Arena Pantanal, e o título parecia cada vez mais próximo.

O Canadá reagiu e criou sua melhor chance aos 18 minutos do segundo tempo. Jessie Fleming cobrou falta com precisão, e Evelyne Viens desviou de cabeça, mandando na trave direita de Letícia. O susto serviu de alerta. Aos 35 minutos, o jogo ganhou contornos dramáticos: Ary Borges, que já tinha cartão amarelo por falta anterior, cometeu outra infração dura no meio-campo e foi expulsa. Com uma a menos, o Brasil precisou se reorganizar. Arthur Elias promoveu substituições estratégicas: Angelina entrou no lugar de Duda Sampaio ainda no intervalo; Gabi Portilho, Marília, Evelin Bonifácio, Gio Garbelini, Paloma Maciel, Vitória Calhau e Maiara reforçaram o time ao longo da etapa. O meio-campo se fechou, a defesa se compactou, e as brasileiras passaram a explorar contra-ataques com Kerolin e Dudinha.

Apesar da inferioridade numérica, o Brasil não cedeu espaços. As canadenses pressionaram nos minutos finais, mas Letícia e a zaga (com destaques para Thaís Ferreira e Lauren) seguraram o resultado. Sheridan, novamente, evitou um placar mais elástico com defesas importantes. O apito final da árbitra colombiana María Victoria Daza Ortiz foi recebido com festa: Brasil 1 x 0 Canadá. A Seleção terminou o torneio com três vitórias, 12 gols marcados e dois sofridos, confirmando a evolução coletiva.

Aline Gomes, emocionada, resumiu o sentimento no gramado: “Eu estou chorando, mas continuo feliz como sempre. Não tenho palavras para explicar esse momento. Durante toda a semana quando fui perguntada eu disse que estou muito feliz por estar aqui. É minha segunda convocação seguida, foram três jogos: o primeiro eu comecei titular, o segundo eu entrei no intervalo e fui muito elogiada, e no terceiro eu fui titular também e pude ser coroada com esse gol, meu primeiro gol com a Seleção, e fechar com chave de ouro esse campeonato. Minha mãe e meu irmão estão no estádio hoje, então com certeza é um dia que vai ficar marcado na minha memória.”

Arthur Elias, em coletiva pós-jogo, destacou o merecimento da equipe. “Essa vitória é reflexo do trabalho sério que vem sendo desenvolvido, do talento das nossas atletas e do fortalecimento do futebol feminino no Brasil”, afirmou o comandante, que elogiou a concentração mesmo com a expulsão e o ritmo intenso imposto desde o início. Do lado canadense, Casey Stoney reconheceu a luta de suas atletas, que enfrentaram condições climáticas adversas (temperaturas acima de 40°C) e ainda assim competiram de igual para igual até o fim, mas admitiu a superioridade brasileira no geral.

A conquista tem sabor especial. Além do troféu inédito, a FIFA Series serviu como laboratório para a Copa de 2027. O Brasil, oitavo no ranking FIFA, mostrou solidez defensiva, criatividade no ataque e capacidade de adaptação – qualidades essenciais contra potências como Canadá (nono colocado e ex-campeã olímpica). Jogadoras como Kerolin, Ludmila, Dudinha e Tainá Maranhão confirmaram seu talento, enquanto jovens como Aline Gomes e as substitutas (Angelina, Gabi Portilho) ganharam minutos valiosos. A torcida mato-grossense, lotando a Arena Pantanal, foi o 12º jogadora, impulsionando a equipe em todos os jogos.

No cenário internacional, o título reforça o crescimento do futebol feminino brasileiro, que vive momento de investimentos crescentes em ligas, categorias de base e profissionalismo. A vitória sobre o Canadá, em partida equilibrada e decidida por detalhes, demonstra que a Seleção está pronta para desafios maiores. Com o ranking FIFA a ser atualizado em breve, o Brasil deve subir posições, ganhando moral para as Eliminatórias e amistosos preparatórios para a Copa do Mundo em casa.

Em resumo, a noite de 18 de abril de 2026 ficará marcada na história do esporte nacional. A Seleção Brasileira Feminina não apenas venceu o Canadá por 1 a 0 e conquistou a FIFA Series 2026: ela mostrou ao mundo que o futuro do futebol feminino brasileiro é agora. Com garra, talento e união, a Amarelinha ergueu o troféu e deixou claro que, em 2027, o sonho de ser campeã mundial em casa está mais vivo do que nunca. Parabéns à equipe de Arthur Elias, às atletas e à torcida que vibrou em Cuiabá. O futebol brasileiro feminino segue em ascensão – e este é apenas o começo.

Aline Gomes, 47' Seleção Brasileira 1 : 0 Paraguai

• Data: 18 de abril de 2026 Horário de Brasília: 22:30 Local: 21:30
• Competição: FIFA Women's Series Fase: Quadrangular Grupo: 1 Rodada: 3ª
• Estádio: Arena Pantanal Local: Cuiabá, Mato Grosso (BRA)
• Capacidade: 42.968 Espectadores Público: none Renda: none
• Árbitra: María Victoria Daza (Colômbia) VAR: Susana Nataly Corella (Equador)
• Assistente 1: Mary Blanco (Colômbia) Assistente 2: Nataly Artega (Colômbia)
Brasil - Brazil
Canadá - Canada
12 |Letícia Izidoro [Corinthians]
01 |Kailen Sheridan [North Carolina Courage]
25 |Aline Gomes [Pachuca CF] 75'
08|Jayde Riviere [Manchester United FC]
04 |Lauren Leal [Atletico de Madrid] 75'
14 |Vanessa Gilles [FC Bayern Munich]
02 |Isadora Haas [América-MEX]
03 |Kadeisha Buchanan [Chelsea FC] 81'
15 |Thaís Ferreira [SC Corinthians] 75'
16 |Janine Sonis [Denver Summit FC]
05 |Duda Sampaio [Corinthians] 69'
05 |Emma Regan [Denver Summit FC] 68'
10 |Kerolin Ferraz © [Manchester City FC] 75'
17 |Jessie Fleming © [Portland Thorns FC]
17 |Ary Borges [Cruzeiro EC] 80'
17 |Simi Awujo [Manchester United FC] 68'
07 |Dudinha [San Diego Wave] 88'
09 |Olivia Smith [Arsenal FC] 82'
14 |Ludmila Silva [San Diego Wave] 59'
20 |Cloé Lacasse [Utah Royals] 60'
19 |Tainá Maranhão [SE Palmeiras] 75'
11 |Evelyne Viens [AS Roma] 81'
DT: Arthur Elias 4-3-3
DT: Casey Stoney 4-2-3-1
08 |Angelina Alonso [Orlando Pride FC] 59'
19 |Anabelle Chukwu [N.D. Fighting Irish] 60'
09 |Giovana Queiroz [Atlético de Madrid] 59'
07 |Julia Grosso [Chicago Stars FC] 68'
11 |Evelin [Santos FC] 75'
23 |Carly Wickenheiser [North Carolina Courage] 68'
13 |Vitória Calhau [Cuzeiro EC] 75'
02 |Sydney Collins [Bay FC] 81'
18 |Gabi Portilho [San Diego Wave] 75'
04 |Shelina Zadorsky [West Ham United] 81'
20 |Marília Furiel [Cruzeiro EC] 75'
10 |Delaney Pridham [Ottawa Rapid FC] 81'
26 |Paloma Maciel [Cuzeiro EC] 75'
15 |Nichelle Prince [Boston Legacy FC] 82'
23 |Maiara Niehues [Angel City FC] 88'
|Nenhum
Nos 90' Minutos Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final BRA ADV
0 x 0 1 x 0 1 x 0 - - - - -

Cartões | Tempo | Cartões
Duda Sampaio 31'/1º
39'/1º Emma Regan
Ary Borges 32'/2º
Ary Borges 35'/2º
Gols | Placar | Gols
01/2º Aline Gomes 1 : 0

• Observação: Amistoso (Torneio) preparatório do Brasil visando a Copa do Mundo em 2027
• Com esse resultado o Brasil sagrou-se campeão do Torneio FIFA Women's Series 2026
• Na Preliminar - Arena Pantanal: Zâmbia 1 x 1 Coréia do Sul; Link Aqui
• Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
• Uniforme do Canadá: Camisa, Calção e Meias Vermelhas com detalhes Brancos (Nike);

Classificação FIFA Women's Series
P Seleção (Técnico) Pts Jgs Vit Emp Der GP GC SG Situação
1º |Brasil (Arthur Elias) 9 3 3 0 0 12 2 10 Campeã
2º |Canadá (Casey Stoney) 6 3 2 0 1 7 2 5 2º Lugar
3º |Coréia do Sul (Shin Sang-Woo) 1 3 0 1 2 3 9 -6 3º Lugar
4º |Zâmbia (Charles Haalubono) 1 3 0 1 2 2 11 -9 4º Lugar
• Regulamento: Quem conquistar mais pontos será o campeão do torneio
• Fonte de Pesquisa: Fédération Internationale de Football Association - FIFA

Próximo Jogo
Data Indefinida
Wembley Stadium
Londres

Brasil Vence Portugal e é Tricampeão do Torneio de Montaigu


Brasil Sub-16 é tricampeão do Torneio de Montaigu 2026 ao Vencer Portugal

Em uma final marcada por intensidade, disciplina tática e eficiência defensiva, a Seleção Brasileira Masculina Sub-16 conquistou o título do 53º Torneio Internacional de Montaigu, na França, ao vencer Portugal por 1 a 0 nesta segunda-feira, 6 de abril de 2026. O gol decisivo foi marcado por Rodrigo, do Vasco da Gama, de pênalti aos 31 minutos do primeiro tempo, no Estádio Maxime Bossis, em Montaigu. Com o triunfo, o Brasil sagrou-se tricampeão da competição — uma das mais tradicionais de categorias de base no mundo —, repetindo os êxitos de 1984 e 2022.

A conquista reforça o protagonismo brasileiro na formação de talentos e o trabalho do técnico Guilherme Dalla Déa, que comandou uma equipe comprometida, madura e capaz de superar adversários de diferentes escolas futebolísticas. Diante de uma Portugal combativa, que chegou invicta e sem sofrer gols até a final, o Brasil soube controlar o jogo, explorar o momento certo e segurar o resultado com garra coletiva.

O caminho até a final: Equilíbrio, evolução e vitórias convincentes: O Torneio de Montaigu, disputado desde 1976, reúne seleções Sub-16 de diversos continentes e serve como importante vitrine para observadores internacionais e formação de futuras estrelas. Em 2026, o Brasil integrou o Grupo A ao lado de Costa do Marfim, China e França. A estreia, em 31 de março, terminou com um empate por 1 a 1 contra a Costa do Marfim. O gol brasileiro foi marcado por Leo, demonstrando desde o início a capacidade de reação do time. Apesar do resultado igualitário, a partida serviu para ajustes táticos e observação do estilo africano, conhecido pela força física e velocidade.

Na segunda rodada, em 2 de abril, o Brasil venceu a China por 1 a 0, com gol de Arthur Diniz. Foi uma vitória sofrida, caracterizada por boa organização defensiva e paciência na construção ofensiva contra uma equipe asiática bem postada. O resultado credenciou a Canarinho à liderança provisória do grupo. O ápice da fase de grupos veio em 4 de abril, com uma goleada por 3 a 0 sobre a França, dona da casa. O triunfo convincente, com gols bem distribuídos, mostrou a superioridade brasileira em transições rápidas e aproveitamento de bolas paradas. Com sete pontos (uma vitória, um empate e uma vitória, saldo de gols positivo), o Brasil garantiu a primeira colocação do Grupo A e o direito de disputar a final contra Portugal, vencedor do Grupo B (composto por Japão, México e Peru). A campanha invicta — três vitórias e um empate, com cinco gols marcados e apenas um sofrido — destacou a solidez coletiva. O técnico Dalla Déa alternou formações, priorizando um 4-3-3 ou 4-2-3-1 flexível, com ênfase em marcação alta no primeiro tempo e compactação no segundo.

A final: Controle brasileiro, pênalti decisivo e defesa heroica: Portugal chegou à decisão com moral elevado, invicta e sem sofrer gols em toda a competição. A equipe lusitana, treinada com foco em posse de bola e saída de jogo trabalhada, propôs um duelo equilibrado desde os primeiros minutos. O Brasil iniciou com uma escalação competitiva, contando com destaques como o zagueiro Lucas Miranda (São Paulo), capitão e pilar da defesa; o volante Jean Carlos; Crystian Gabriel; e no ataque, Rodrigo Jr. (Vasco), que já havia mostrado faro de gol em jogos anteriores da base. Outros nomes de clubes brasileiros, incluindo trio do Bahia e um atleta do Vitória, integraram o elenco, reforçando a diversidade de origens.

O primeiro tempo foi de estudo mútuo. Portugal dominou a posse inicial, mas o Brasil foi mais direto nas transições. Aos 31 minutos, o lance decisivo: jogada pela direita, invasão na área e pênalti claro marcado pela arbitragem. Rodrigo, com frieza impressionante, deslocou o goleiro português e abriu o placar. Foi seu primeiro gol no torneio, mas o mais importante de sua jovem carreira até aqui. “A sensação de fazer o gol do título é incrível. Foi um jogo muito difícil, com muito duelo”, declarou o atacante após a partida.

No segundo tempo, Portugal pressionou em busca do empate, criando algumas chances em cruzamentos e chutes de média distância. No entanto, a defesa brasileira, liderada por Miranda e bem protegida pelos volantes, mostrou maturidade excepcional. O goleiro brasileiro realizou defesas importantes, e o time soube administrar o resultado com trocas oportunas, mantendo a compactação e explorando contra-ataques. O apito final confirmou o 1 a 0 e o tricampeonato. Estatísticas da final refletem o equilíbrio com leve superioridade verde-amarela: Brasil com maior número de finalizações perigosas e melhor aproveitamento de bolas paradas; Portugal com posse ligeiramente superior, mas baixa efetividade. Cartões amarelos foram distribuídos, mas sem expulsões, em um jogo limpo e de alto nível técnico.

Destaques individuais e trabalho coletivo: Lucas Miranda, do São Paulo, foi um dos grandes nomes da campanha. Como capitão, organizou a zaga com liderança e precisão nos desarmes, sendo fundamental na manutenção do gol zero na maior parte dos jogos. Jean Carlos e Crystian Gabriel comandaram o meio-campo, oferecendo equilíbrio entre defesa e criação. No ataque, Rodrigo brilhou na hora certa, enquanto nomes como Arthur Diniz, Leo e outros contribuíram com gols importantes ao longo da competição. O técnico Guilherme Dalla Déa merece destaque pela gestão do grupo. Após conquistas recentes como a Copa 2 de Julho e a Conmebol Liga Evolução, ele priorizou a exposição a diferentes estilos: africano (força), asiático (organização) e europeu (posse). “O Torneio de Montaigu é fantástico, com várias escolas diferentes. Muito bom para a formação e preparação desses jovens com foco no futuro da Seleção Brasileira”, afirmou o comandante.

Importância histórica e projeções para o futuro: Com o título de 2026, o Brasil se consolida como a nação sul-americana com mais conquistas em Montaigu, superando a Argentina (dois títulos). A competição tem revelado talentos que brilharam na Seleção principal, como integrantes da geração campeã em 2022 (Endrick, Luís Guilherme, Pedrinho). A edição 2026 segue essa tradição, formando atletas prontos para os desafios da base e, futuramente, da Seleção Principal. A vitória sobre Portugal tem sabor especial: representa o triunfo da escola brasileira de formação — criativa, resiliente e coletiva — contra uma tradição europeia sólida. Portugal, vice-campeã, sai com moral pela campanha, mas sentiu o peso da primeira derrota e do primeiro gol sofrido. Para os jogadores, a experiência internacional é inesquecível. “Estava todo mundo muito comprometido. É um torneio muito legal. A gente aprende com escolas, culturas diferentes”, resumiu Miranda.

Conclusão: Base sólida para o futuro do futebol brasileiro: A conquista do Torneio de Montaigu 2026 não é apenas mais um troféu na galeria da CBF. É a demonstração de que o investimento nas categorias de base, combinado com planejamento tático inteligente e dedicação dos atletas, continua produzindo frutos. Em um calendário cada vez mais exigente, com competições sul-americanas e intercontinentais, o Brasil mantém sua tradição de revelar craques. Guilherme Dalla Déa e sua comissão técnica voltam ao Brasil com a missão cumprida e valiosas observações para os próximos ciclos. Os jovens campeões, por sua vez, carregam na bagagem não só uma medalha, mas lições de superação, trabalho em equipe e amor à amarelinha que certamente os acompanharão em suas carreiras. Enquanto a torcida brasileira celebra mais um título de base, o futebol mundial observa: a fábrica de talentos do Brasil segue funcionando a pleno vapor. O hexa da principal pode estar distante, mas o futuro da Canarinho brilha forte com essa geração Sub-16.

Rodrigo Júnior 31' Seleção Brasileira 1 : 0 Paraguai

• Data: 5 de abril de 2026 Horário de Brasília: ? Local: 12:45
• Competição: 53º Torneio de Montaigu Fase: Final Grupo: # Rodada: #
• Estádio: Complexe Sportif Maxime Bossis Local: Montaigu (França)
• Capacidade: None Público: None Renda: Não Divulgada
• Árbitro: Sem Registro VAR: Sem Registro
• Assistente 1: Sem Registro Assistente 2: Sem Registro
Brasil - Brazil
Portugal
01 |Audinho
01 |Tiago Amorim
13 |Guilherme Silva
15 |Samuel Tavares
14 |Lucas Miranda
04 |Benjamim Semedo
02 |Jonathan
05 |Kauã Miranda 69'
06 |Júlio César 74'
10 |Diego Farinha 55'
11 |Léo Rodrigues 60'
16 |Guilherme Castro
17 |Caio Henrique
02 |Salvador Ribeiro 46'
20 |Jean Carlos 74'
08 |Gonzalo Fontes 40'
08 |João Gabriel 60'
17 |Simão Lopes
07 |Alan Souza
23 |Martim Ribeiro
09 |Rodrigues Júnior 74'
07 |José Garrafa
DT: Guilherme Dalla Déa 4-3-3
DT: Filipe Ramos 4-3-3
18 |Crystian Gabriel 60'
20 |Victor Bastianele 40'
21 |Cauã Machado 60'
13 |Pedro Cabeço 46'
16 |Enzo Estevão 74'
19 |Martim Simão 55'
05 |Lucas Lopes 74'
21 |Leonardo Damião 55'
22 |Daniel David 74'
03 |Tomás Pedrosa 69'
Nos 90' Minutos Prorrogação Penalidades
1º Tempo 2º Tempo Final 1º Tempo 2º Tempo Final BRA ADV
1 x 0 0 x 0 1 x 0 - - - - -

Cartões | Tempo | Cartões
75' Victor Bastianele
Gols | Placar | Gols
30'/1º Rodrigo Jr. (Pen) 1 : 0

• Observação: Com esse resultado o Brasil sagrou-se tricampeão do torneio;
• Observação: As partidas eram disputadas em dois tempos de 40 minutos cada;
• Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
• Portugal: Camisa Grená, Calção Verde e Meias Grená (Nike);

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3 de outubro de 2026 - Amistoso
Seleção Brasileira 0:4 Seleção Brasileira
Salt Lake Stadium, Kolkota
Seleção Feminina - Women's Team
10 de Outubro de 2026 - Amistoso
Seleção Brasileira 3:1 Seleção Brasileira
Arena Beira-Rio, Porto Alegre

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