| Cartões |
|
| |
Tempo |
| |
|
Cartões |
|
| Kaillany Ranifah |
 |
08'/2º |
|
|
|
|
| [1 x 0] |
Giovanna Pires |
 |
22/1º |
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|
|
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| [2 x 0] |
Mariana Oliveira |
 |
28/2º |
|
|
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|
• Observação: As duas melhores colocadas classificam-se para a Fase Final da competição
• Valeria Rebanales defendeu um pênalti cobrado por Pietra Souza, aos 36' do 1º tempo;
• No Outro Jogo do Grupo: Uruguai 3 x 0 Peru, Estadio Ameliano Villeta, Villeta Link Aqui
• Uniforme do Brasil: Camisa Amarela, Calção Azul e Meias Brancas (Nike);
• Uniforme da Venezuela: Camisa, Calção e Meias Vinho-Tinto com detalhes Amarelos (Adidas);
| Classificação Grupo B |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| P |
Seleção (Técnico) |
Pts |
Jgs |
Vit |
Emp |
Der |
GP |
GC |
SG |
Situação |
| 1º |
|Uruguai (Pablo Bazzani) |
3 |
1 |
1 |
0 |
0 |
3 |
0 |
3 |
Na Disputa |
| 2º |
|Brasil (Rilany Silva) |
3 |
1 |
1 |
0 |
0 |
2 |
0 |
2 |
Na Disputa |
| 3º |
|Venezuela (Dayana Frías) |
0 |
1 |
0 |
0 |
1 |
0 |
2 |
-2 |
Na Disputa |
| 4º |
|Peru (María Cáceres) |
0 |
1 |
0 |
0 |
1 |
0 |
3 |
-3 |
Na Disputa |
| 5º |
|Equador (Victor Idrobo) |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
Na Disputa |
|
• Regulamento: As duas melhores equipes classificam-se para a Copa do Mundo FIFA Sub 17. A terceira colocada disputará um play-off para ir ao mundial da categoria;
• Fonte de Pesquisa: Confederación Sudamericana de Fútbol (Conmebol) |
Próximo Jogo 27 de Abril - 20 h Estádio Ameliano Villeta Villeta (Paraguai) |
 |
|

Seleção Brasileira Sofre Derrota Inesperada para Venezuela em Amistoso no México
Em uma noite marcada por surpresas, adversidades e condições climáticas imprevisíveis, a Seleção Brasileira Feminina de Futebol enfrentou a Venezuela em um amistoso internacional realizado no dia 4 de março de 2026, no Mini Estádio da Federação Mexicana de Futebol, em Toluca, México. O jogo, que fazia parte da preparação das equipes para competições futuras, terminou com uma vitória da Venezuela por 2 a 1, representando um revés para o time comandado pelo técnico Arthur Elias. Apesar do esforço brasileiro no final da partida, a expulsão precoce de uma jogadora e o domínio venezuelano em boa parte do confronto foram decisivos para o resultado.
Contexto e Preparação para o Jogo:A partida contra a Venezuela era a segunda da Seleção Brasileira em 2026 sob o comando de Arthur Elias. Anteriormente, o Brasil havia goleado a Costa Rica por 5 a 2, demonstrando um ataque potente e uma defesa sólida em momentos chave. No entanto, para esse amistoso, Elias optou por fazer dez alterações no time titular, mantendo apenas Fê Palermo como starter. Essa rotatividade visava testar novas opções e dar rodagem a jogadoras menos utilizadas, especialmente considerando o calendário apertado de amistosos na Data FIFA, que incluía ainda um confronto contra o México no dia 7 de março, no Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México.
Do lado venezuelano, a equipe chegava motivada, buscando consolidar seu crescimento no futebol feminino sul-americano. A Vinotinto, como é conhecida, tem investido em talentos jovens e experientes, como Michelle Romero e Gabriela García, que já demonstraram capacidade de surpreender adversários mais tradicionais. O jogo em solo neutro, no México, adicionava um elemento de imprevisibilidade, com a altitude de Toluca (cerca de 2.600 metros acima do nível do mar) podendo afetar o condicionamento físico das atletas. O pontapé inicial foi dado às 18h30 no horário de Brasília (14h30 local), com transmissão ao vivo pela SporTV. As expectativas eram altas para o Brasil, que entrava como favorito, mas o futebol, como sempre, reservava surpresas.
Escalações e Formações: O Brasil entrou em campo no esquema 3-4-1-2, com: Cláudia no gol; Fê Palermo, Tarciane e Lauren na defesa; Yasmim, Ana Vitória, Maiara Niehues e Gabi Zanotti no meio-campo; Adriana como armadora; e Luany e Geyse no ataque. Era uma formação que priorizava a solidez defensiva, mas com opções de velocidade nas pontas. A Venezuela, por sua vez, adotou o 4-3-3, com ênfase em contra-ataques rápidos: o time contava com nomes como Michelle Romero, Daniuska Rodríguez, Barbara Olivieri, Gabriela García, Enyerliannys Higuera e Marianyela Jiménez, que se destacaram ao longo da partida. A arbitragem ficou a cargo de Francia Maria Gonzalez Martinez, do México.
O Primeiro Tempo: Domínio Venezuelano e Expulsão Precoce:O jogo começou equilibrado, com ambas as equipes buscando o controle da posse de bola. Aos 23 minutos, a Venezuela teve a primeira grande chance: Michelle Romero acertou o travessão em um confronto direto com a goleira Cláudia. O Brasil respondeu aos 32 minutos, quando Geyse recebeu um passe dentro da área e chutou para fora, desperdiçando uma oportunidade clara. No entanto, o momento pivotal veio aos 33 minutos. Maiara Niehues, em sua estreia pela Seleção, recebeu o segundo cartão amarelo por uma falta e foi expulsa. O primeiro amarelo havia sido dado aos 23 minutos por conduta antidesportiva. A jogadora deixou o campo em lágrimas, deixando o Brasil com dez atletas pelo resto da partida. Essa inferioridade numérica desequilibrou o jogo, permitindo que a Venezuela pressionasse mais.
Nos acréscimos do primeiro tempo, a Venezuela abriu o placar. Michelle Romero tentou um cruzamento, mas a bola encobriu Cláudia e entrou no gol, fazendo 1 a 0. Antes disso, Romero ainda havia acertado a trave em outra tentativa. O intervalo chegou com o Brasil em desvantagem e precisando se reorganizar. As estatísticas do primeiro tempo refletiam o equilíbrio inicial, mas com leve superioridade venezuelana: posse de bola 46% para o Brasil contra 54% da Venezuela, e tiros totais de 2 a 8 em favor das adversárias.
Segundo Tempo: Gol Rápido, Interrupção e Reação BrasileiraMal o segundo tempo começou, e a Venezuela ampliou. Aos 49 minutos, após uma defesa de Cláudia em chute de Gabriela García, a bola sobrou para Enyerliannys Higuera, que empurrou para as redes, fazendo 2 a 0. O assist veio de Barbara Olivieri. Esse gol precoce abalou o Brasil, que lutava para se encontrar com uma a menos. Aos 53 minutos, a Venezuela substituiu Michelle Romero por G. Flórez. O Brasil respondeu com uma série de mudanças aos 62 minutos: Mariza entrou no lugar de Fê Palermo, Tamires por Yasmim, Brena por Ana Vitória, Aline Gomes por Gabi Zanotti, Kerolin por Geyse e Jaqueline por Lauren. Essas alterações injetaram energia nova ao time brasileiro.
Aos 59 minutos, Cláudia salvou um chute de Marianyela Jiménez, assistido por Gabriela García. O jogo seguia intenso, com faltas: Barbara Olivieri levou amarelo aos 65 minutos por uma entrada dura. Por volta dos 70 minutos, o confronto foi interrompido por cerca de 40 minutos devido a raios nas proximidades do estádio. Após uma pausa para aquecimento de oito minutos, o jogo foi retomado. Foi nesse momento que o Brasil mostrou resiliência. Logo após a retomada, Brena quase igualou com um chute de fora da área. Aline Gomes teve duas chances: aos 42 minutos do segundo tempo (chute por cima) e nos acréscimos (cabeçada para fora). Mas o gol veio aos 37 minutos da etapa complementar (cerca de 82 minutos totais), quando Jaqueline acertou um belo chute de fora da área, reduzindo para 2 a 1. Apesar da pressão final, o Brasil não conseguiu o empate. O apito final confirmou a vitória venezuelana.
Análise do Jogo e Desempenhos Individuais: As estatísticas gerais apontam para um domínio venezuelano: posse de bola de 64,5%, 13 chutes contra 3 do Brasil, e 9 finalizações no alvo contra nenhuma (até o momento da interrupção, mas ajustado pelo gol final). O Brasil cometeu 12 faltas contra 20 da Venezuela, com 2 offsides contra 3. Cláudia se destacou com 7 defesas, enquanto a Venezuela não precisou de nenhuma grande intervenção de sua goleira. Destaques positivos para o Brasil: Jaqueline, com o gol salvador, e Cláudia, que evitou um placar mais elástico. Geyse e Aline Gomes criaram oportunidades, mas a expulsão de Maiara Niehues foi um ponto negativo crucial, expondo fragilidades defensivas. Pelo lado da Venezuela, Michelle Romero foi a estrela, com gol e chances criadas, ao lado de Higuera e García, que formaram um ataque letal.O técnico Arthur Elias, embora sem comentários diretos pós-jogo disponíveis, certamente usará essa derrota para ajustes. O Brasil encerra a Data FIFA com uma vitória e uma derrota, destacando a necessidade de maior consistência, especialmente em jogos com adversidades como expulsões e condições climáticas.
Implicações e Olhar para o Futuro: Essa derrota para a Venezuela, uma equipe em ascensão mas historicamente inferior ao Brasil, serve como alerta para a Seleção. Com a Copa do Mundo Feminina de 2027 no horizonte e competições continentais como a Copa América, o time precisa refinar sua capacidade de reação. O próximo desafio contra o México, no dia 7 de março, será uma oportunidade para redenção.Para a Venezuela, a vitória reforça seu progresso, impulsionando a confiança para futuras eliminatórias e torneios. Em resumo, o amistoso em Toluca foi um teste real de resiliência, marcado por drama, gols e uma lição valiosa para ambas as nações.
| Jacqueline 82' |
 |
1 : 2 |
 |
Michelle Romero 44' Enyerliannys Higuera 48' |
| • Data: 4 de Março de 2026 |
Horário de Brasília: 18:30 hs |
Local: 14:30 hs |
|
| • Competição: Amistoso |
Fase: Amistoso |
Grupo: # |
Rodada: # |
|
| • Estádio: Estádio de la Federación Mexicana |
Apelido: Não Tem |
|
| • Cidade: Toluca (México) |
Público: None |
Renda: Não Divulgada |
|
| • Árbitra: Francia Maria Gonzalez Martinez (MEX) |
VAR: Não Informado |
|
| • Assistente 1: Não Informado |
Assistente 2: Não Informado |
|
|
|
|
| 13 |
|Nayluisa Cáceres |
[Tenerife-ESP] |
|
|
|
| 06 |
|Michelle Romero |
[Calgary Wild-CAN] |
52' |
|
|
| 03 |
|Barbara Martinez |
[Tenerife-ESP] |
|
|
|
| 05 |
|Yenifer Giménez |
[FC Servette-SUI] |
|
|
|
| 14 |
|Raiderlin Carrasco |
[UD Levante-ESP] |
|
|
|
| 08 |
|Gabriela García |
[America-MEX] |
|
|
|
| 07 |
|Daniuska Rodríguez |
[Unión Torrense-POR] |
61' |
|
|
| 20 |
|Dayana Rodríguez |
[Corinthians-BRA] |
|
|
|
| 10 |
|Bárbara Olivieri |
[Boston Legacy-EUA] |
|
|
|
| 11 |
|Enyerliann Higuera |
[Atl. San Luis-MEX] |
|
|
|
|
|
|
|
| 12 |
|Génesis Flórez |
[América de Cali-COL] |
52' |
|
|
| 18 |
|Lourdes Moreno |
[Gremio-BRA] |
61' |
|
|
|
|
|
|
|
| 17 |
|Jaqueline Ribeiro |
|
76' |
|
|
| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 0 x 1 |
1 x 1 |
1 x 2 |
- |
- |
- |
- |
- |
 |
Maiara Niehues 22' e 32' (BRA) Raiderlin Carrasco 29', Bárbara Olivieri 64' e Nayluisa Cáceres 88' (VEN) |
 |
Maiara Niehues 32' |
 |
1:0 Michelle Romero, 44', 2:0 'Enyerliannys Higuera, 48' e 1:2 Jaqueline 83' |
Próximo Jogo Amistoso Oficial Estádio Ciudad de los Deportes Cidade do México |
 |
|

Brasil Conquista o 11º Título do Sul-Americano Feminino Sub-20 com Vitória Sobre a Venezuela
Em uma noite memorável no Centro de Alto Rendimento do Futebol Feminino (CARFEM), em Ypané, no Paraguai, a Seleção Brasileira Feminina Sub-20 selou sua hegemonia continental ao vencer a Venezuela por 2 a 0 na última rodada do hexagonal final do Campeonato Sul-Americano Sub-20 de 2026. Os gols de Tainá e Clarinha garantiram não apenas a vitória no jogo, mas também o 11º título da competição para o Brasil, reforçando o domínio absoluto das brasileiras nessa categoria. Sob o comando da técnica Camilla Orlando, que conquistou seu primeiro troféu à frente da equipe, as jovens jogadoras demonstraram maturidade, técnica e determinação, encerrando o torneio invictas na fase final.
O torneio, organizado pela Conmebol, serve como classificatória para a Copa do Mundo Feminina Sub-20, que será realizada na Polônia em setembro de 2026. Com essa vitória, o Brasil garantiu sua vaga no Mundial, ao lado de Equador, Argentina e Colômbia, as outras seleções qualificadas. A campanha brasileira foi impecável: na primeira fase, terminou em segundo lugar no Grupo B com nove pontos, atrás apenas da Argentina, após uma derrota inicial para as rivais. No hexagonal final, porém, o time se recuperou com quatro vitórias e um empate, somando 13 pontos e superando o Equador, que ficou com 11.
Antes do apito inicial, a expectativa era alta. O Brasil entrava em campo dependendo apenas de si mesmo para levantar a taça. Uma vitória simples sobre a Venezuela, que ocupava a lanterna do hexagonal com apenas um ponto, bastaria para confirmar o título, independentemente do resultado do jogo paralelo entre Equador e Paraguai. A técnica Camilla Orlando optou por uma formação equilibrada, priorizando o controle de bola no meio-campo e a velocidade nos contra-ataques. A escalação inicial do Brasil foi: Elu no gol; Bianca, Ana Beatriz e Thay na defesa; Kaylane, Dudinha, Vitorinha e Clarinha no meio-campo; e Brendha, Tainá e Carioca no ataque. Substituições ocorreram ao longo da partida: Sofia entrou no lugar de Bianca, Adrielly substituiu Dudinha, Nogueira veio para o lugar de Vitorinha, Evelin entrou por Tainá, e Gisele substituiu Carioca.
Do lado venezuelano, a técnica Pamela Conti escalou: Rebanales no gol; Pérez, Blanco, Muñoz e Díaz na defesa; Duran, Reyes, Fabiana Hernández e Chirinos no meio; e Herrera e Graterol no ataque. A Venezuela, já eliminada da disputa por vagas no Mundial, buscava uma despedida honrosa, mas enfrentava um adversário historicamente superior. O histórico de confrontos entre as duas seleções no Sul-Americano Sub-20 é amplamente favorável ao Brasil: em 13 jogos, as brasileiras venceram 12, com 38 gols marcados e apenas um empate, em 2015.
O jogo começou às 20h30 (horário de Brasília) do dia 28 de fevereiro de 2026, sob um clima ameno e com o estádio lotado de torcedores paraguaios e uma pequena, mas barulhenta, torcida brasileira. Desde os primeiros minutos, o Brasil impôs seu ritmo, controlando a posse de bola e pressionando a saída de bola venezuelana. Aos 6 minutos, Vitorinha arriscou o primeiro chute de fora da área, mas a bola subiu demais e passou por cima do gol de Rebanales, sem perigo real. Essa tentativa inicial mostrou a intenção brasileira de explorar finalizações de média distância, uma estratégia que se provaria eficaz mais adiante.
O gol de abertura veio aos 18 minutos, em uma jogada coletiva bem construída. Brendha recebeu a bola na entrada da área e tocou para Carioca, que avançava pela direita. Carioca cruzou na medida para a área, onde Tainá, com um timing perfeito, se antecipou à zagueira venezuelana e finalizou de barriga, empurrando a bola para o fundo das redes. Foi um gol oportunista, que destacou a velocidade e o posicionamento de Tainá, uma das artilheiras da equipe no torneio. A comemoração foi efusiva, com as jogadoras se abraçando no campo, sinalizando que o caminho para o título estava se abrindo.
Com o placar favorável, o Brasil continuou dominando. A Venezuela tentava reagir com bolas longas para Graterol, mas a defesa brasileira, comandada por Ana Beatriz, neutralizava as investidas com facilidade. Aos 33 minutos, uma falta cobrada por Carol Firmino na área quase resultou em outro gol, mas a bola foi afastada pela defesa venezuelana. O segundo gol veio na reta final do primeiro tempo, em um momento de brilho individual de Clarinha. Ela trocou passes rápidos com Brendha na entrada da área, driblou uma marcadora e, de fora da grande área, acertou um chute preciso no ângulo superior direito de Rebanales. Foi um golaço, que selou o 2 a 0 antes do intervalo e praticamente garantiu a vitória.
No vestiário, Camilla Orlando deve ter orientado suas jogadoras a manterem a concentração e administrarem o resultado, evitando riscos desnecessários. O segundo tempo começou mais morno, com o Brasil reduzindo o ritmo para poupar energia e controlar o jogo. A Venezuela, precisando de gols para uma reação improvável, adiantou suas linhas, mas esbarrou na solidez defensiva brasileira. A goleira Elu, que mal foi acionada no primeiro tempo, continuou praticamente como espectadora, sem grandes defesas a fazer.
Aos 55 minutos, Evelin, que havia entrado no lugar de Tainá, arriscou um chute de fora da área, mas a bola passou à esquerda do gol. Minutos depois, Gisele, substituta de Carioca, criou outra oportunidade com uma tabela rápida, mas o chute foi bloqueado pela zaga venezuelana. A Venezuela teve sua melhor chance aos 70 minutos, quando Herrera cabeceou uma bola cruzada, mas Elu defendeu com segurança. Apesar das tentativas, as venezuelanas não conseguiram furar o bloqueio brasileiro, que manteve a posse de bola em torno de 65% ao longo da partida.
Substituições foram feitas para gerenciar o desgaste: Adrielly entrou para reforçar o meio-campo, e Nogueira trouxe frescor à defesa. O apito final veio aos 90 minutos mais acréscimos, sem alterações no placar. A comemoração foi imediata: jogadoras, comissão técnica e staff invadiram o campo, erguendo a taça sob aplausos. Camilla Orlando, em entrevista pós-jogo, destacou a importância do título: "Esse é o resultado de um trabalho coletivo. As meninas mostraram maturidade e merecem essa conquista. É o meu primeiro título com a Seleção, mas o foco agora é no Mundial."
Analisando as performances individuais, Tainá e Clarinha foram as estrelas do jogo, com gols decisivos que refletem sua importância no ataque brasileiro. Tainá, com sua velocidade e oportunismo, foi uma constante ameaça à defesa adversária, enquanto Clarinha demonstrou visão de jogo e precisão nos chutes. Brendha, envolvida nas duas jogadas de gol, mostrou criatividade e assistências precisas. Na defesa, Ana Beatriz e Thay formaram uma dupla intransponível, contribuindo para o clean sheet. Pelo lado venezuelano, Rebanales fez boas defesas, mas não pôde evitar os gols, e Graterol lutou isolada no ataque, sem apoio suficiente.
Essa vitória não é apenas mais um título; ela reforça a tradição do futebol feminino brasileiro na base. O Brasil é o único país a vencer o Sul-Americano Sub-20 Feminino desde sua criação em 2004, com conquistas em 2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2015, 2018, 2022, 2024 e agora 2026. Essa hegemonia é fruto de investimentos em categorias de base, com jogadoras como essas sendo preparadas para integrar a seleção principal no futuro. Nomes como Dudinha e Vitorinha já chamam atenção de clubes europeus, sinalizando um futuro promissor.
No contexto mais amplo do torneio, o hexagonal final foi disputado por Brasil, Equador, Argentina, Colômbia, Paraguai e Venezuela. O Brasil somou vitórias sobre Paraguai (3-1), Colômbia (2-0), Argentina (4-0) e Venezuela (2-0), com um empate contra o Equador (1-1). Essa campanha invicta na fase decisiva destaca a superioridade técnica e tática da equipe. Para a Venezuela, o torneio foi decepcionante, com apenas dois pontos e nenhuma vitória no hexagonal, mas serve como experiência para futuras competições.
Olhando para frente, o foco agora é a Copa do Mundo Sub-20 na Polônia. O Brasil, como campeão sul-americano, entra como um dos favoritos, ao lado de potências como Estados Unidos, Alemanha e Japão. Camilla Orlando terá tempo para aprimorar o time, incorporando lições aprendidas no Sul-Americano, como a importância da paciência no segundo tempo e a exploração de jogadas individuais. Essa conquista é um marco para o futebol feminino brasileiro, inspirando uma nova geração de atletas. Em um país onde o esporte ainda luta por mais visibilidade e investimento, vitórias como essa reforçam a necessidade de apoio contínuo. Parabéns à Seleção Brasileira Sub-20 Feminina pelo 11º título – que venham mais conquistas!
Tainá 18' Ana Clara 36' |
 |
2 : 0 |
 |
|
| • Data: 28 de Fevereiro de 2026 |
Horário de Brasília: 20:30 hs |
Local: 20:30 hs |
|
| • Competição: Sul-Americano U20 de 2026 |
Fase: Hexagonal Final |
Grupo: C |
Rodada: 5 |
|
| • Estádio: Centro de Alto Rendimiento de Fútbol |
Apelido: Estádio do CARFEM |
|
| • Cidade: Ypané (Paraguai) |
Público: None |
Renda: Não Divulgada |
|
| • Árbitra: Wilma Balderrama (Bolívia) |
VAR: Alejandra Quisbert (Bolívia) |
|
| • Assistente 1: Ines Choque (Bolívia) |
Assistente 2: Elizabeth Blanco (Bolívia) |
|
|
|
| 12 |
|Eluiza Kavalek |
[São Paulo FC] |
|
|
| 22 |
|Valeria Rebanales |
[Adiffem] |
|
|
| 14 |
|Bianca Martins |
[SC Internacional] |
46' |
|
| 13 |
|Estefany Neiro |
[Adiffem] |
82' |
|
| 04 |
|Ana Beatriz © |
[São Paulo FC] |
|
|
| 15 |
|Claudia Pérez |
[Deportivo Miranda] |
|
|
| 22 |
|Thaynara Vieira |
[Botafogo FR] |
|
|
| 06 |
|Ariana Cova |
[Caracas FC] |
|
|
| 14 |
|Kaylane Vieira |
[CR Flamengo] |
|
|
| 03 |
| Gilary Díaz |
[Caracas FC] |
|
|
| 16 |
|Ana Clara |
[Benfica-POR] |
|
|
| 14 |
|Gellinott Reyes © |
[Caracas FC] |
|
|
| 10 |
|Vitória Amaral |
[São Paulo FC] |
76' |
|
| 07 |
|Melanie Chirinos |
[Adiffem] |
|
|
| 11 |
|Duda Freitas |
[Ferroviária] |
88' |
|
| 05 |
|Anggely Muñoz |
[Deportivo Táchira] |
61' |
|
| 18 |
|Tainá dos Santos |
[Ferroviária] |
76' |
|
| 17 |
|Fabiana Hernández |
[Alianza Lima-PER] |
73' |
|
| 19 |
|Brendha Wierzibicki |
[CR Flamengo] |
|
|
| 09 |
|Génesis Hernández |
[Southeastern Univ.] |
|
|
| 09 |
|Carioca |
[Fluminense FC] |
64' |
|
| 10 |
|Ailing Herrera |
[Caracas FC] |
|
|
|
|
| 03 |
|Sofia Couto |
[CR Flamengo] |
46' |
|
| 21 |
|Karlis Durán |
[Caracas FC] |
61' |
|
| 07 |
|Gisele do Vale |
[Grêmio FBPA] |
64' |
|
| 19 |
|Francelis Graterol |
[Indep. Santa Fé] |
73' |
|
| 08 |
|Clara Nogueira |
[Ferroviária] |
76' |
|
| 11 |
|Susanna Calvetti |
[Secasports] |
82' |
|
| 27 |
|Evelin Bonifácio |
[Santos FC] |
76' |
|
|
| 20 |
|Adrielly de Souza |
[Fluminense FC] |
88' |
|
|
| Nos 90' Minutos |
Prorrogação |
Penalidades |
| 1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
1º Tempo |
2º Tempo |
Final |
BRA |
ADV |
| 2 x 0 |
0 x 0 |
2 x 0 |
- |
- |
- |
- |
- |
 |
Ana Beatriz 28' e Kaylane 55' (BRA) Anggely Muñoz 35', Claudia Pérez 54', Estefany Neiro 56', Gellinott Reyes 61' e Gilary Díaz 80' (VEN) |
 |
Nenhuma |
 |
1:0 Tainá 18' e 2:0 Ana Clara 36' |
| Classificação do Hexagonal |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| P |
Seleção (Técnico) |
Pts |
Jgs |
Vit |
Emp |
Der |
GP |
GC |
SG |
Situação |
| 1º |
|Brasil (Camila Orlando) |
13 |
5 |
4 |
1 |
0 |
11 |
2 |
9 |
Campeã |
| 2º |
|Equador (Eduardo Moscoso) |
11 |
5 |
3 |
2 |
0 |
10 |
4 |
6 |
Classificada |
| 3º |
|Argentina (Christian Meloni) |
7 |
5 |
2 |
1 |
2 |
9 |
7 |
2 |
Classificada |
| 4º |
|Colômbia (Carlos Paniagua) |
4 |
5 |
1 |
1 |
3 |
3 |
6 |
-3 |
Classificada |
| 5º |
|Paraguai (Luiz Almeida/BRA) |
4 |
5 |
1 |
1 |
3 |
5 |
13 |
-8 |
Eliminada |
| 6º |
|Venezuela (Ángel Hualde) |
2 |
5 |
0 |
2 |
3 |
4 |
10 |
-6 |
Eliminada |
|
• Regulamento: As quatro melhores colocadas classificam-se para Mundial Sub 20
• Fonte de Pesquisa: South American Football Confederation |
Próximo Jogo Copa do Mundo Sub 20 Indefinido Indefinido |
 |
|
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